SÉRIE K2 | QUARTA SEMANA | Os 4 Movimentos – Para Trás

QUARTA SEMANA

– Pr. Tércio em 27/09/2015 –

OS 4 MOVIMENTOS – PARA BAIXO: ABDICANDO DO PODER E DO CONTROLE

 

Em nossa jornada rumo ao topo do K2, nesta semana refletiremos sobre o valor das muralhas que teremos diante de nós até o Summit, o topo da montanha. Quando olhamos os desafios que surgem ao longo da escalada, percebemos que todas estas circunstâncias são processos em nossas vidas para nos forjar mais e mais, para cumprirmos, assim, a missão que Deus tem nos confiado, que é fazermos discípulos, amarmos pessoas, frutificarmos no Reino. E isso requer dedicação e esforço, assim como uma escalada ao rumo do topo do K2. Não entendermos que a vida cristã saudável passa por olharmos para as muralhas e montanhas que antecedem ao topo como parte do processo, pode resultar em grande tempo de sofrimento e confusão. Olhar, porém, para essas muralhas a serem transpostas como uma experiência de crescimento e fortalecimento, transforma a nossa vida para sempre e nos impulsiona para o topo. Trazendo para a nossa jornada de vida, podemos olhar para as nossas muralhas como um namoro que terminou inesperadamente, a reprovação no vestibular, um divórcio, a perda do emprego, uma enfermidade, uma grande crise conjugal, uma traição, a falência da sua empresa, o diagnóstico de um câncer, uma experiência decepcionante na igreja com um líder espiritual ou pastor, um sonho desfeito, um filho rebelde, um acidente de carro, a incapacidade de engravidar, ou um profundo desejo de se casar que permanece aparentemente distante, ou a morte de alguém que é muito especial para você e até mesmo a perda da alegria da sua vida cristã, do seu relacionamento com Deus.

Sejamos honestos. A jornada nos coloca de frente com muralhas que nos impedem de ver o topo. Perdemos de vista o alvo maior de Deus para nós, discípulos que multiplicam o Seu Reino, que vivem todo o propósito de Deus. A sensação é que não funcionamos mais como antes, perdemos as forças, o ânimo, a alegria e a esperança. Existem quatro passos fundamentais que devem ser observados para que façamos progressos rumo ao K2, e cheguemos ao topo na nossa jornada espiritual. Estamos subindo para o topo, e internamente temos limitações. Quais são, então, as ações que precisamos fazer para vencer as limitações e chegarmos ao topo?

1. DEIXE DEUS QUEBRANTAR VOCÊ Leia o texto de Jeremias 18.1-8. Precisamos entender que Deus é o oleiro e nós somos o barro. O oleiro põe a mão no vaso na hora que ele quer; ele escolhe o barro e a forma que quer dar para aquele barro. Ele faz a pressão necessária para ter o resultado que ele tem em mente e que quer produzir. Ele não pede autorização, ele nos move através das suas mãos, fortes mãos, poderosas mãos. Deixemos Deus colocar a mão sobre nós e realizar a Sua obra, porque somos apenas barro, e é Ele quem vai nos moldar para atingir o topo do K2.

2. APRECIE MAIS O PERCURSO DESCONHECIDO A grande maioria de nós se sente mais confortável quando está no controle das situações que enfrenta. Na jornada da vida cristã, nós também gostamos de saber para onde Deus está indo, exatamente o que Ele está fazendo, a rota exata de como chegarmos lá e precisamente quando vamos chegar. Mais do que isso, é comum dizermos para Deus como Ele deveria fazer para melhor me encaixar com as ideias que eu tenho dEle. Mas a verdade é que, na maior parte do tempo, não temos ideia do que Deus está fazendo. Ter que atravessar a muralha desconhecida sem saber o que teremos do outro lado requer fé, abrir mão do controle, entrar na ingenuidade de uma criança que salta de um lugar alto nos braços do Pai porque confia que Ele o Ama e não vai deixar cair. É descansarmos mais facilmente, vivermos com mais liberdade, sabendo que Deus está no controle, e que Ele é digno da nossa confiança.

3. ESPERE A INTERVENÇÃO DIVINA PARA SEGUIR RUMO AO TOPO Um desdobramento desse profundo quebrantamento e da jornada aventureira pelo desconhecido é uma maior capacidade de esperar no senhor. Se deparar com a muralha e passarmos por ela, quebra algo profundo que precisa ser quebrado dentro de nós: aquela teimosia insistente, terrível, que nos chama a resolvermos do nosso jeito, a fazermos algo acontecer no nosso tempo. Talvez esse seja um dos maiores desafios que temos: saber esperar pacientemente a intervenção do Senhor nesta jornada. (Ler Salmo 27:14 e 130:5). Precisamos crer que Deus prolonga o nosso tempo diante da montanha para nos livrar dessa profunda e persistente teimosia de querer correr adiante Dele. E embora venhamos a reagir, Deus lentamente vai nos ensinar a esperar.

4. DESAPEGUE-SE! A questão crítica na jornada rumo ao topo do K2, não é: “Eu sou feliz?”, mas “Eu sou livre? Estou subindo na liberdade que Deus me deu?” Paulo vai nos fazer um apelo radical a uma relação com o mundo de completo desapego. Ele disse: “Irmãos, digo-vos, porém, isto: o tempo se abrevia. Assim, os que tem mulher vivam como se não tivessem; os que choram, como se não chorassem; os que se alegram, como se não se alegrassem; os que compram, como se nada possuíssem; os que usam as coisas deste mundo, como se nada usassem, porque a forma presente deste mundo está passando .” (1 Co 7.29-31) Ou seja, desapegar-se é vivermos as circunstâncias naturais deste mundo físico presente, mas conscientes de que essas coisas, em si mesmas, não são a nossa vida. Devemos ser marcados pela eternidade, livres do poder dominador deste tempo presente. O desapego é o maior segredo da paz interior. Muito da depressão, da aflição e da nossa angústia interior, não é porque nos falta algo em nossas vidas que de fato precisemos, mas é porque não possuímos ainda tudo o que desejamos. Isso nos faz perder a paz interior que encontramos no contentamento, na satisfação da vida plena em Jesus que o topo do K2 nos presenteia. Quando cravamos as nossas unhas em algo ou alguém e não queremos tirá-las, estamos indo além do desfrutá-las: agora passamos a possuí-las. Nisto, paramos no meio da jornada ao topo do k2, cansados, frustrados. Precisamos deixar coisas desnecessárias nas bases de apoio se quisermos chegar ao topo.

Atravessar as muralhas que surgem no caminho rumo ao topo, completamente dependente de Deus, é o que nos fará chegarmos até lá, e forjados com um interior maduro e resiliente.

Nesta jornada, descobrimos as lições reais da vida:

– Ela é difícil…mas vale a pena! – Você não é o todo poderoso! Deus é!

– Sua vida não consiste em amar apenas a si, mas aos outros.

– Você não está no controle!

– Sua vida na terra é breve! Mas há uma vida eterna abundante que começa aqui e hoje.

Viva com os pés na terra, mas o coração na eternidade! Por fim, lembre-se que o propósito final da jornada é o topo do K2, o que representa uma união com Deus plena, uma vida abundante com Jesus, frutificando no Seu Reino e cheio da alegria de Deus em sua vida.

SÉRIE K2 | TERCEIRA SEMANA | Os 4 Movimentos – Para Trás

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– Pr. Ranulfo em 20/09/2015 –

OS 4 MOVIMENTOS – PARA TRÁS: RETROCEDER PARA AVANÇAR

Texto: Mateus 18:21-35

Em nossa jornada de subida do K2, para que possamos avançar na nossa missão de irmos mais alto e mais adiante, precisamos, primeiramente, retroceder, olharmos para o nosso passado e vermos o modelo de criação, vivência familiar, comportamentos que estiveram presentes na nossa família, e percebermos que esses mesmos comportamentos se repetem na nossa vida hoje. É desse ambiente de criação que eu e você trazemos uma carga emocional, espiritual e também um modelo de padrões de comportamentos destrutivos, que muitas vezes se repetem na nossa vida e nos nossos relacionamentos. Ou seja, quando não encaramos nosso passado, ele terá o poder de operar e ditar o ritmo das nossas vidas. Quando não fazemos o caminho de volta, para olharmos e resolvermos nosso passado, deixamos as brechas para Satanás entrar e destruir nossas vida, nossos casamento e nossos filhos.

A cruz é o nosso divisor de águas. Quando entregamos nossa vida ao senhorio de Cristo, o excesso de peso do passado fica na cruz. Havia uma escrita de dívida contra nós, que Ele cravou na cruz. (Cl 2:14) Quando Jesus entra em nossas vidas, Ele rompe com a nossa cultura familiar negativa. A cultura familiar influencia significativamente nossas tradições religiosas. Portanto, em nosso passado existem marcas profundas de padrões destrutivos e, junto com os padrões, as dores, mágoas, ressentimentos, perdas, rejeição, feridas na alma que atrapalham o continuar da nossa missão de ir mais alto e mais adiante. Quando olhamos para o texto-base, vemos Pedro envolvido com um problema de relacionamento com alguém, do seu presente ou do seu passado. Pedro queria achar um limite para o perdão, condizente com a tradição judaica, que dizia que o limite do perdão era três vezes. Ele pensava que estava excedendo o limite ao propor perdoar sete vezes. Só que o padrão de Jesus era bem mais elevado: 70 x 7 = 490 vezes por dia. Jesus propõe, então, uma parábola: a parábola do servo impiedoso. Retorne ao texto de Mateus 18:21-35 e releia novamente a história contada por Jesus. Você identificará claramente os seguintes personagens: o Rei (que representa Deus), o servo (que somos nós) e o conservo (nosso próximo).

Muitas vezes, em nossas vidas, temos uma postura semelhante ao do servo impiedoso, que teve a sua dívida perdoada, mas não soube perdoar. Condenamos quem nos deve algo (não uma dívida financeira, mas uma dívida emocional, na qual o nosso coração foi ferido, pelo divórcio, pela rejeição, pelo alcoolismo, pela traição, pelo abuso físico, emocional e sexual, feridas no coração), esquecendo que fomos perdoados das nossas dívidas por Cristo. Ele cravou na cruz a nossa dívida chamada pecado. Deus perdoou a nossa dívida impagável, cujo salário é a morte e, agora em Deus, podemos voltar ao passado com a capacidade de lembrar dessas pessoas que um dia nos fizeram mal. Se a maior dívida foi paga, Ele agora nos capacita para também perdoarmos. Quando não temos noção do tamanho da nossa dívida, sempre estaremos aprisionados com nosso passado e com a pessoa que, de alguma forma, nos prejudicou e, dificilmente, essas pessoas terão o nosso perdão, pois nos julgamos menos pecadores do que elas. O que o Espírito Santo está ministrando é que podemos seguir a nossa jornada sem pendências, porque a dor da mágoa, do ressentimento, da rejeição e da perda pode ser deixada na cruz. Perdão não é sentimento, mas ação. Quando o servo saiu da presença do Rei teve um sentimento de alegria, mas o sentimento de alegria não foi capaz de derramar perdão, pois ele não é sentimento, é ação. O Espírito Santo gera em nós não só o sentimento de dívida perdoada, mas a consciência de que o que de graça recebemos, agora repartimos. A falta de perdão é como uma pedra no coração, que nos impede de nos relacionarmos com Deus e com pessoas. Viver bem na presença do Pai. Satanás faz a festa quando nossos relacionamentos estão fragmentados pela falta de perdão. Quando perdoamos somos curados pelo Senhor; quando negamos, somos aprisionados. Não deixe o sol se por, pois, no dia seguinte, a questão será mais difícil. Saia da ilusão que o tempo cura ou que o tempo é o melhor remédio.

SÉRIE K2 | SEGUNDA SEMANA | Os 4 Movimentos

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SEGUNDA SEMANA

Palavra Celebração de Domingo

Pr. Leandro em 13/09/2015

OS 4 MOVIMENTOS

Na primeira mensagem da série K2 – Mais alto, mais adiante, fomos desafiados a fazermos parte da missão de Jesus para expansão do Seu Reino neste mundo. Por que dizer SIM para missão? Porque só Jesus nos oferece vida, e vida com abundância, e nos convida para segui-Lo.

Mas como encarar tão grande desafio? Sendo restaurado na imagem de Jesus, empoderado pelo Espírito de Deus, edificado pelo corpo de Cristo. O que posso esperar ao longo desta jornada? Tudo o que Jesus viveu, aventura, comunhão com Deus e companheiros, poder do Espírito, perseguições, cruz, ressurreição e glória. Enfim, uma vida que satisfaz!

À medida que preparamos a mochila e damos os passos nessa jornada, é fundamental lembrarmos que a ênfase é na vida de Jesus. E, em nós, Deus precisa gerar esse amadurecimento, que vai envolver a integralidade do nosso ser: corpo, alma e espírito. Para encararmos a jornada, precisamos entender que Deus precisa nos amadurecer. E que Ele vai usar tudo para gerar em nós esse amadurecimento. E que esse amadurecimento vai nos gerar liberdade. Ele vai retirando presunção, arrogância, orgulho, medo, comodismo, criticismo, jeitos. Vai nos amadurecendo! (1 Co 13:11)

Deus vai usar todo o cenário da escalada e os companheiros que estão conosco pra gerar em cada um de nós, seus discípulos, esse amadurecimento.

PRIMEIRO MOVIMENTO: PARA DENTRO – QUEM É VOCÊ?

O que você tem carregado na sua mochila? Aquilo que carregamos diz muito sobre o nosso momento atual. Olhar para dentro da nossa mochila –  a nossa vida – nos coloca de frente conosco mesmo. Quem é você? Pode parecer uma pergunta simples, mas talvez seja a mais difícil pergunta de toda nossa vida. Ela é central para uma espiritualidade saudável pois para assumirmos nossa “nova identidade”, precisamos nos despir da “velha identidade”. (Ef 4:22-24)

Identificar nossos sentimentos mais profundos é crucial para identificar quem realmente somos. Sentimentos como raiva, tristeza, medo, prazer, amor, surpresa, desgosto, vergonha e culpa estão enterrados em nossa alma e precisamos ouvir o que eles tem a dizer sobre quem nós somos. Parte da nossa dificuldade em ouvir esses sentimentos é que nos sentimos imperfeitos em estar sentindo essas coisas ‘erradas’. Então mentimos para nós mesmos e nos convencemos que não deveríamos estar sentindo tais coisas. Acabamos usando máscaras diante de nós, de Deus e dos outros, mas nossos sentimentos são a linguagem da alma e precisam ser ouvidos. Quando negligenciamos nossos sentimentos, somos falsos conosco mesmo e fechamos uma porta aberta pela qual podemos conhecer a Deus.

No centro das emoções está a realidade dos relacionamentos; o que, como Deus, nos faz sermos pessoas. Através dos sentimentos e das emoções que nos conectamos, relacionamos, nos apaixonamos, amamos. Nessa jornada, nossa desejada maturidade espiritual deve gerar também saúde emocional.

O desejo de Deus é que vivamos uma espiritualidade emocionalmente saudável, de forma que seu propósito seja alcançado: sejamos plenamente transformados à semelhança do seu Filho. Ao longo da nossa vida, Ele mesmo vai nos guiar numa

Jornada para dentro, a fim de encontramos a nós mesmos;

Jornada para trás, a fim de restaurarmos nosso passado;

Jornada para baixo, a fim de aceitarmos nossas deficiências;

Jornada para frente, a fim de aceitarmos nossas perdas, até que apenas e somente Deus seja o que nos baste.

Sabemos que Deus age em todas as coisas para o bem daqueles que o amam, dos que foram chamados de acordo com o seu propósito. Pois aqueles que de antemão conheceu, também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos. Romanos 8:28,29

MOMENTO M.A.P.A.

O QUE DEUS ME FALOU?

O QUE FAREI A RESPEITO?

Você pode fazer download do PPT da mensagem aqui: https://drive.google.com/file/d/0B7LfrRl0UfNRV1lBMlJaYmpiMUk/view?usp=sharing

E ter acesso a recursos como Vídeo, Áudio e outros da celebração aqui: http://www.igrejabatista.org.br/#!recursos/c7m9

SÉRIE K2 | PRIMEIRA SEMANA | 5 Motivos para dizer “sim” à missão

SÉRIE K2

| PRIMEIRA SEMANA | 

Palavra celebração Domingo

Pr. Shane em 06/09/2015

Jesus nos convida para fazermos parte da Sua missão para expansão do Seu Reino neste mundo.

Porque dizer SIM para missão?

Porque só Jesus nos oferece vida, e vida com abundância, e nos convida para segui-Lo.

Mas como posso encarar tão grande desafio?

Sendo restaurado na imagem de Jesus, empoderado pelo Espírito de Deus, edificado pelo corpo de Cristo.

O que posso esperar ao longo desta jornada?

Tudo o que Jesus viveu, aventura, comunhão com Deus e companheiros, poder do Espírito, perseguições, cruz, ressurreição e glória. Enfim, uma vida que satisfaz!

5 motivos para dizer SIM para a missão:

1) Porque Jesus é belo.

2) Porque Jesus veio cumprir esta missão.

Porque Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna. Pois Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para condenar o mundo, mas para que este fosse salvo por meio dele. João 3:16,17

Pois o Filho do homem veio buscar e salvar o que estava perdido. Lucas 19:10

3) Porque Jesus é a única fonte de vida, e vida que satisfaz.

Eu sou a porta; quem entra por mim será salvo. Entrará e sairá, e encontrará pastagem. O ladrão vem apenas para furtar, matar e destruir; eu vim para que tenham vida, e a tenham plenamente. João 10:9,10

4) Porque Jesus nos enviou para esta aventura.

Portanto, vão e façam discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a obedecer a tudo o que eu lhes ordenei. E eu estarei sempre com vocês, até o fim dos tempos. Mateus 28:19,20

Novamente Jesus disse: Paz seja com vocês! Assim como o Pai me enviou, eu os envio. João 20:21

5) Porque é a única maneira de não perder a sua vida.

Jesus dizia a todos: Se alguém quiser acompanhar-me, negue-se a si mesmo, tome diariamente a sua cruz e siga-me. Pois quem quiser salvar a sua vida a perderá; mas quem perder a vida por minha causa, este a salvará. Pois que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro, e perder-se ou destruir a si mesmo? Lucas 9:23-25

E DAÍ?

Uma porta de oportunidade se abre para você. Queres responder SIM para Jesus e a Sua missão?

MOMENTO M.A.P.A.

O QUE DEUS ME FALOU?

O QUE FAREI A RESPEITO?

Deixe nos comentários sua experiência pessoal, compartilhe com alguém e não deixe de agir sobre o que Deus está lhe falando.

DOWNLOAD DO PPT DA MENSAGEM AQUI