COMO CRIANÇAS NO CAMPO DE BATALHA |Pr. Shane | 28.08.16

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COMO CRIANÇAS NO CAMPO DE BATALHA

(Mensagem ministrada pelo Pr. Shane em 28/08/2016)

Texto-base: 1 João 3:1-3

Ao escrever o texto de 1 João 5:19, somos informados pelo apóstolo João de uma verdade que percebemos cotidianamente: o mundo jaz no Maligno. O mesmo apóstolo nos conscientiza, em João 16:33, que neste mundo teríamos aflições. Neste contexto, e ao longo de nossas vidas, enfrentamos inúmeras batalhas; muitas delas nos jogam por terra, e somos levados a acreditar que não resistiremos. Todavia, quando a luta termina, percebemos que fomos amadurecidos no curso deste processo. Para enfrentar estes momentos, precisamos ter em mente alguns sinais, que nos indicam um caminho a ser seguido e verdades a serem lembradas.

a) 1 João 2:1 – não estamos sozinhos, temos um intercessor.

b) 1 João 3:7-8 – sua vida será transformada.

c) 1 João 4:4 – venceremos a batalha

d) 1 João 5:14 – vivamos sem dúvidas

Em 1 João 3:3, o escritor fala de uma esperança. Que esperança é esta? O que ela gera em nossas vidas?

Quando nos vemos dentro de uma batalha, a pergunta que nos fazemos é: sobreviveremos a esta batalha? Devemos manter sempre viva a esperança pois isto nos deixa seguros. E a esperança que temos deve estar depositado no nosso Pai de amor (1 Jo 3:1). Precisamos olhar para cima e vermos que é Dele que nos vem a força no momento da batalha.

Qual a promessa que encontramos em 1 João 3:2?

E daí?

1) Deus, sou grato por Seu amor, e hoje peço perdão por meus pecados, entregando tudo que sou a Ti, e estabeleço minha identidade e segurança em Jesus.

2) Deus, sei que estou tanto em batalha como em formação; então, hoje quero fixar meus olhos em Jesus, de onde vem minha vitória e transformação.

REPARTIR COM ALEGRIA E GENEROSIDADE TUDO O QUE DEUS ME CONFIOU | Pr. Junior |21.08.16

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Ao lermos a história de Ananias e Safira, será que temos coragem de pensar em voz alta o que estamos nos perguntando em nosso íntimo? Temos coragem de fazer a pergunta que estamos pensando, qual seja, isso era realmente necessário? Ananias e Safira mereciam alguma punição? Sim, e uma punição severa. Mas uma sentença de morte? A punição é compatível com o crime? O que eles fizeram foi tão ruim assim?

Qual foi o pecado de Ananias e Safira?

Se eles tivessem sido sinceros ao expor o valor recebido, e doado apenas parte, a consequência seria a mesma?

Qual a real intenção de Ananias e Safira? O que havia no coração deles? O que eles buscavam com essa atitude?

Ananias e Safira usaram uma igreja para alto promoção, para alcançar um ganho pessoal, Tentaram transformar a congregação em um palco no qual poderiam dar seu show, premeditaram uma mentira, permitiram que a ganância dominasse seus corações. Deus tem uma palavra forte para tal comportamento: hipocrisia. A definição de hipocrisia é “ser visto pelos outros”. Jesus condenou a hipocrisia veementemente. A hipocrisia faz as pessoas se afastarem de Deus e faz com que as pessoas se coloquem superiores às outras. A hipocrisia faz as pessoas se voltarem contra Deus, e por isso Deus mantém uma política de não tolerância. Quando permitirmos que os corpos de Ananias e Safira nos dêem o recado devido, levaremos a hipocrisia tão a sério quanto Deus a leva.

Qual a atitude de Jesus com os fariseus? Como ele os via? (Mateus 23.5-7, 13-14, 25)

Seja íntegro com Deus e deixe Ele te conduzir em generosidade e alegria. Faça boas obras, seja generoso, reparta seus bens, sirva pessoas com alegria, sirva na sua igreja, faça doações, só não faça para ser notado ou reconhecido. E o melhor lugar para aprender a ser generoso e dar com alegria é na igreja de Jesus. Estamos dispostos a ser o homem e a mulher que Deus criou?

VERGONHA | Pr. André | 14.08.16

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(Mensagem ministrada pelo Pr. André em 14/07/2016)

Texto-base: 2 Samuel 9.1-11

A Bíblia é um relato real de pessoas reais, com seus acertos e erros. Uma destas pessoas foi Mefibosete, filho de Jônatas, que era filho do rei Saul. Quando Saul e Jônatas morreram, em batalha, Davi assumiu o trono. Naquela época um novo rei costumava marcar seu território exterminando toda a família do rei anterior. Todavia, Davi não tinha a intenção de matar a família de Saul. Mas os cuidadores de Mefibosete não sabiam disso, e fugiram apressadamente. E durante a fuga, a sua vida iria ficar marcada, e nunca mais seria a mesma, pois ele foi derrubado pela sua cuidadora, e por isso ele ficou aleijado. (2 Samuel 4).

Mas o que essa história tem haver com as nossas vidas hoje? Podemos identificar duas semelhanças entre a história de Mefibosete e a nossa história.

1. Nós também carregamos as marcas da queda

Mefibosete era conhecido pela sua queda. Nós também trazemos, em nossas vidas, fisicamente, emocionalmente e espiritualmente as marcas de uma queda. A queda de Adão ainda hoje nos influência a errar e a nos afastarmos do caminho certo.

O que na tua vida te traz vergonha? Vergonha é um sentimento de insegurança, inferioridade, indignidade ou medo do ridículo. É um sentimento de inadequação. Assim, como Davi fez com Mefibosete, Jesus quer resgatar a tua dignidade e confiança.

2. Nós também possuímos as promessas de cuidado de um rei

“Não tenha medo”, disse-lhe Davi, “pois é certo que eu o tratarei com bondade por causa de minha amizade com Jônatas, seu pai. Vou devolver-lhe todas as terras que pertenciam a seu avô, Saul, e você comerá sempre à minha mesa”. (2 Samuel 9:7 NVI)

Davi era o rei e prometeu cuidar da vida de Mefibosete, cumprindo a sua promessa feita a Jônatas. A vida de Mefibosete mudou ao se encontrar com o rei. Nós também recebemos uma promessa do Rei dos Reis. “As minhas ovelhas ouvem a minha voz; eu as conheço, e elas me seguem. Eu lhes dou a vida eterna, e elas jamais perecerão; ninguém as poderá arrancar da minha mão. Meu Pai, que as deu para mim, é maior do que todos; ninguém as pode arrancar da mão de meu Pai. (João 10:27-29 NVI)”

VIVER COM TRANSPARÊNCIA E ACOLHER COM GRAÇA E AMOR | Pr. Leandro | 07.08.16 | Série Valores

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VIVER COM TRANSPARÊNCIA

A Bíblia é extremamente transparente ao contar os diversos acontecimentos reais de pessoas reias. Ela relata, em detalhes, diálogos extremamente sinceros de homens e mulheres com Deus, apresentando seus motivos de gratidão mas também suas inquietações, dúvidas, lamentações, falhas. Devemos encarar isso como um convite de um Deus santo, perfeito, que conhece as nossas falhas e limitações, a um relacionamento com Ele. Ao nos aproximarmos, podemos ser humanos diante dele, na sua presença, na sua companhia. Viver com transparência faz bem a alma. Viver com transparência não é uma postura conformista e conivente com o pecado, mas um convite a sair do mundo sombrio das trevas da vergonha, da angústia, da opressão e a caminhar na luz da verdade de Cristo. (1 João 1:5-9)

Viver com transparência é responder com sinceridade a pergunta “e aí, como tu tá hoje”? É reconhecermos nossas limitações. É se abrir para reconhecer a influência do seu passado no seu presente. É ser sincero com seus pensamentos, sentimentos, motivações. (Romanos 7:18) É pedir ajuda, compartilhar a dor, admitir fracassos e confessar pecados. Ao vivermos em transparência com o Deus, perfeito, recebemos combustível espiritual para sermos transparentes também com as pessoas, imperfeitas. É justamente neste princípio, da confissão uns aos outros, que usufruímos da cura de Deus. (Tiago 5:16) Ninguém cura uma ferida na alma sozinho. O perdão vem na relação vertical, com Deus, e a cura vem na relação horizontal, uns com os outros. Na transparência com Deus encontro o impulso pra ser transparente com outros. Essa articulação tem como base a verdade e tem como alvos a mudança e a liberdade. (Gálatas 5:1; Romanos 6:1-4)

1) Como este princípio tem se revelado na tua vida? Você tem sido transparente com Deus e com as pessoas com as quais você se relaciona (célula, discipuladores, discípulos, etc)?

2) Você consegue identificar o que tem te impedido de viver com transparência?

ACOLHER COM GRAÇA E AMOR

A partir do acolhimento que tenho em Cristo passo a acolher com a minha vida também com graça e amor. (Mateus 10:7-8; 1 João 3:16) Acolher com graça e amor é conhecer pelo nome. É trazer para perto, trazer para casa, trazer para um relacionamento próximo. (João 10:2-4; Lucas 19:1-5). É ter a expectativa de receber em casa. É esperar com a porta aberta. (Lucas 15:11-20) A partir do acolhimento que temos em Cristo, constrangidos pelo amor, somos capacitados a olhar para o próximo de um modo sobrenatural. (2 Coríntios 5:14-16)

1) Como tem sido o acolhimento em sua vida e em sua casa? Você tem percebido oportunidades de acolhimento em seu dia a dia?

2) Você consegue identificar o que tem te impedido de acolher com graça e amor?

VINHO NOVO EM ODRES NOVOS | 31.07.16 | Pr. Ranulfo

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(Mensagem ministrada pelo Pr. Ranulfo em 31/07/2016)

Texto-base: Lucas 5:33-39

Um dos maiores inimigos enfrentados por Jesus foi o Judaísmo e sua cultura baseada na lei. Para ilustrar esta realidade, ele usou duas ilustrações: a do remendo novo em roupa velha e a do vinho novo em odres velhos. Com estas ilustrações, Jesus estava ensinando que uma novidade que não poderia ser confinada em antigas formas. O que Ele estava ensinando é que o vinho novo de Deus, o Evangelho da graça não pode habitar no nosso odre velho. O evangelho não cabe dentro dos nossos métodos de religiosidade, na nossa maneira de pensar, que não muda tão facilmente, pois, às vezes, carregamos algumas crenças antigas ensinadas do berço familiar, identificadas com o odre velho, e onde o odre é velho, o novo de Deus não pode nos encher, não pode governar a nossa vida, porque insistimos que as coisas tem que ser do nosso jeito. Assim, não nos abrimos para o novo. Jesus estava dizendo que o vinho novo do evangelho da graça não tem compatibilidade com o odre velho da religiosidade, pois a religião se desgasta com o tempo e suas regras se tornam cansativas, sendo incapazes de promover transformação interior, como um odre que se torna velho. Então a novidade que Jesus estava trazendo era que o novo de Deus não tem compatibilidade com o velho das nossas crenças.

O que nos faz permanecer sendo um odre velho?

Quais são as práticas antigas que impedem a chegada do vinho novo na sua vida?

Porque todo sinal do novo nos assusta?

Porque a mudança gera desconforto?

O que representa o odre novo?

Qual o papel do Espírito Santo neste processo?

A graça do evangelho é o vinho novo, que não cabe dentro do odre velho, por essa razão que Jesus estava dizendo que não pode por vinho novo em odres velho, a mente da religiosidade não compreende o favor imerecido. A presença do Espirito Santo em nós não se enquadra dentro do odre velho. A novidade do vinho novo do Espirito Santo é nos dá ousadia para proclamar Jesus Cristo como salvador a todas as pessoas. Vivamos em novidade de vida.