Vida que gera vivências. Vivências que multiplicam vida. | Pr Leandro | 20.11.16

VIDA QUE GERA VIVÊNCIAS.
VIVÊNCIAS QUE MULTIPLICAM VIDA.

(Mensagem ministrada pelo Pr. Leandro em 20/11/2016)

Como igreja reunida, como corpo vivo de Cristo, celebramos coletivamente a Deus e seus feitos. Celebrar faz bem à alma, ao corpo, às emoções. Quando temos uma postura de gratidão, damos o crédito ao autor da vida e da vida em Cristo (Rm 11:36). Recebemos, regozijamos e repartimos a vida de Cristo em cada encontro da igreja nas casas, que chamamos de célula, em cada relação de discipulado. Usufruímos da sua presença, pois nos alegramos na promessa de Jesus que quando dois ou três estivessem reunidos em seu nome, Ele mesmo estaria no meio deles. E quando Jesus está presente, o nome sobre todo nome, traz consigo todo o pacote de cura, restauração, ensino, libertação de vícios, traumas e maus hábitos.

Este ano, ouvindo a direção do Espírito Santo, ampliamos o entendimento de quando é o momento da célula multiplicar. Agora, não somente o tempo que uma célula existe e o número de pessoas que participam, mas destacamos e encorajamos as vivências saudáveis para que uma célula se multiplique com saúde, gerando mais e mais saúde ao corpo de Cristo. Jesus gerou vivências por onde passou. Essas diferentes e criativas vivências traziam à tona as mais diferentes reações das pessoas que estavam com Ele. Em cada um dos encontros que teve com pessoas, uma nova vivência era gerada. E na mesma situação Jesus gerava diferentes vivências para as pessoas envolvidas.

Quando uma mulher foi pega em adultério (João 8:3-11) e a tradição permitia que pessoas a apedrejassem, Jesus escreve no chão e fala que quem não tem pecado algum que atirasse a primeira pedra. Um a um, os acusadores foram saindo. A presença de Jesus constrangeu o ódio enfurecido e o desejo de matar dos acusadores. A mesma presença trouxe a vivência do perdão, do arrependimento e da direção de mudança de vida para aquela mulher. Em cada uma das curas, em cada um dos milagres, em cada uma de suas conversas e ensinos, Jesus estava gerando um cenário para que as pessoas tivessem uma vivência com o próprio Deus.

No nosso contexto da Festa Multiplicar, vamos ver o que a vivência gerada por Jesus na multiplicação dos pães e peixes evidenciou, na vida dos discípulos e o que o Mestre queria ensiná-los, sobre este novo modo de pensar e viver (Marcos 6:34-43). Essa transformação que a Trindade vai gerando em cada discípulo não deve parar. Queremos ser reconhecidos como uma igreja apaixonada por Jesus onde o amor não para pois entendemos que nisso tudo Deus é glorificado.

À medida que vamos nos revestindo da nova vida em Cristo, outros percebem Cristo em nós. E com o poder que vem dele, passamos a cooperar com o projeto de Deus em abençoar toda a terra (Mateus 28:18-20).

COMO MANTER OS GIGANTES NO CHÃO | Pr. André | 13.11.2016

(Mensagem ministrada pelo Pr. André em 13/11/2016)

Texto-base: 2 Samuel 21.15-22

Na época em que o rei Davi era um menino, o povo de Israel estava em batalha contra os filisteus. Lendo o relato bíblico, vemos que a batalha não aconteceu durante 40 dias, pois houve um um gigante chamado Golias desafiou as tropas de Israel, e nenhum soldado se arriscou em batalhar contra ele. Na época, existia uma crença limitadora: ninguém podia vencer Golias. Mas Davi foi usado por Deus para mostrar para o povo o que um homem, com Deus, pode fazer.

O que isso tem haver conosco hoje? Como podemos continuar a ver gigantes caindo?

Veremos três ações práticas, e que devemos ensinar as próximas gerações:

1. Precisamos mostrar Deus e Seus feitos para as próximas gerações. Davi foi, na sua época, usado por Deus para mostrar ao povo que um homem com Deus pode fazer muito. A partir do feito de Davi, muitos gigantes foram enfrentados e derrotados. Todavia, Davi não tinha sido o único a enfrentar gigantes. Leia Josué 14:13-15. O povo de Israel já havia enfrentado gigantes, e vencido. Então, o que aconteceu na época de Davi? Por que os homens, na época de Davi, não lembravam disso? Por que o rei da época estava escondido atrás das fileiras. Uma resposta possível seria que as gerações passadas falharam em compartilhar suas vitórias em Deus. Deus usou Davi para lembrar o povo o que eles podiam fazer se dependessem do poder de Deus.

Qual a sua crença limitadora hoje? O que você acha que não pode fazer? O que está impedindo de vencer seus gigantes?

2. Precisamos incentivar, com nossa vida, as próximas gerações a enfrentar os desafios com fé. Nos últimos dias do reinado de Davi, o rei foi atacado por um gigante, com muita violência. A sua lança começava a prevalecer contra a espada do rei, e quando Davi estava prestes a cair, Deus levantou Abisai, seu sobrinho, para derrotar o gigante. Mas por que ele havia se apresentado para lutar contra o gigante? O que levou-o a se arriscar? Uma fé movida pelo exemplo. Seu tio havia derrotado um gigante, e ele também poderia vencer. Precisamos incentivar as próximas gerações a serem fortes e exercitarem seus músculos espirituais.

3. Precisamos mostrar o valor das conquistas. Nem todas as pessoas sabem o valor do que recebem. Muitos filhos desconhecem os custos das conquistas de seus pais. Por isso, conte suas histórias a próxima geração. Fale de seus medos, erros, acertos, livramentos, etc. Enfim, mostrar o valor das conquistas.

AS ILHAS E AS TERRAS DISTANTES | Pr Shane | 30.10.16

AS ILHAS E AS TERRAS DISTANTES

(Mensagem ministrada pelo Pr. Shane em 30/10/2016)

Texto-base: Isaías 49:1-4

Qual a principal característica de uma ilha?

Apesar do ser humano ter sido criado por Deus como um ser relacional, muitas pessoas vivem isoladas, por vontade própria ou por circunstâncias que a forçam a isso. A cada dia, novas muralhas são levantadas, e pessoas se isolam fisicamente ou emocionalmente.

O texto de Isaías é um chamado para irmos àqueles que estão vivendo em isolamento, identificados no texto como ilhas ou terras distantes. E o que o profeta está nos dizendo?

1) Que fomos chamados pelo nome para falarmos as palavras dadas por Deus. Assim como Deus chamou Isaías, somos chamados para rompermos fronteiras (família, amigos, colegas de trabalho ou escola, etc) para falarmos sobre o amor de Deus.

2) Somos protegidos por Ele. Conforme o texto, Ele nos esconde na sombra de Sua mão. Sendo assim, por onde quer que formos para anunciar a Cristo, estaremos protegidos por Ele.

3) Ele tem planos para nos usar. Assim como uma flecha polida, somos usados para sermos lançados em outros lugares, outras culturas, outras realidades, para espalharmos o amor Dele.

 

Quais são os ambientes que Deus tem te colocado para falar do Seu amor? Você tem sido intencional neste propósito?

Deus nos escolheu para restaurarmos pessoas e reuni-los em torno do Seu nome. Pensarmos apenas na nossa salvação ou de nossa família significa reduzirmos o projeto que Deus tem para as nossas vidas. O projeto de Deus é mais amplo, podendo ser local, nacional ou até global (At 1:8). Se necessário, iremos até os confins da terra para que ninguém seja uma ilha.

E daí?

1) Deus, não quero ser uma ilha nem ter um coração distante de Ti. Hoje me rendo, entre na minha vida e salva-me.

2) Deus, me use como agente de restauração para meu povo, para trazer de volta quem ser perdeu.

3) Deus, sei que tenho um chamado no meu DNA. Me dê força e coragem para ir às ilhas e às terras distantes.

CELEBRAÇÃO 80 ANOS IBMS | Pr Tércio| 23.10.16

CELEBRAÇÃO 80 ANOS IBMS

(Mensagem ministrada pelo Pr. Tércio em 23/10/16)

Texto-base: Salmo 126

Ao longo dos 80 anos de existência da Igreja Batista de Mont’Serrat, Deus tem sido gracioso, derramando do Seu favor sobre a vida da igreja. Neste aniversário, desejamos renovar nossos propósitos de sermos sempre uma igreja missionária, alegre, acolhedora, viva, contrita e ao mesmo tempo feliz. Devemos pedir a Deus que nos faça, a cada dia, uma igreja que faz diferença transformadora nas vidas das pessoas. É impossível medirmos o valor de uma igreja assim. Para que isso seja uma realidade cada vez maior, precisamos, em primeiro lugar, da bênção de Deus. Em segundo lugar, necessitamos do comprometimento de cada membro como alguém que se apresenta para Deus desejoso de ser um instrumento de bênção nas mãos Dele. A igreja se faz com seus membros. Quando nos consagramos, a igreja é mais consagrada. Quando doamos, a igreja é mais doadora. A igreja é um pouco daquilo que somos.

O que eu preciso fazer para que minha igreja seja melhor nos próximos anos?

1. Precisamos celebrar a nossa libertação do cativeiro (v 1-3) Precisamos celebrar, diariamente, a nossa libertação. Uma das coisas mais lindas que tem acontecido no nosso meio tem sido ouvir as histórias incontáveis de libertação que Deus tem feito em nossas vidas. Estamos aqui porque Cristo nos libertou do cativeiro do pecado e nos ofereceu uma nova vida… SOMOS LIVRES!

2. Precisamos orar pedindo a Deus para que continue a Sua restauração em nossas vidas (v 4) Deus não apenas nos liberta do cativeiro, mas nos restaura. E esse processo é uma escolha pessoal. Se você que já foi liberto do cativeiro, precisa orar e dizer: “Restaura-me, Senhor.” O cenário da sua vida será mudado porque para Deus nunca houve e nunca haverá impossíveis. Não importa o quanto está seco o seu coração, o quanto está rachada a sua terra, não importa se teve tanta gente ou tanta situação que veio para te arrebentar, não importa o quanto pensam ou que você mesmo pensa, que não vai mais florescer, não importa se nos seus pensamentos você só consegue pensar que você é estéril, improdutivo e seco. Deus é Deus para mudar o curso da sua vida.

3. Precisamos nos comprometer em continuar a semear Cristo nos próximos 80 anos, mesmo em lágrimas (v 5-6) Semear com lágrimas é semear sem ver a colheita. Não há como semear, senão com lágrimas, porque a semeadura precede a colheita. Semear chorando é viver de um modo em que não há vergonha nas suas práticas. É viver não para ser reconhecido em seu valor, mas viver de tal modo que será reconhecido. Semear com lágrimas é para quem sabe que a vida é feita de lágrimas e sorrisos, de insônias e sonos, de sonhos e frustrações, de sombra e luz, de vales e montanhas, de medo e paz, de derrotas e vitórias. Semear com lágrimas é fazer o que precisa ser feito e consagralo a Deus, no sentido de feito para Deus.

Nosso compromisso para os próximos 80 anos: (1) Celebremos nossas libertações, sejam materiais, emocionais ou espirituais. (2) Continuemos orando para que Deus complete o que começou em nós e através de nós, a obra de restauração. (3) Prossigamos semeando amor, cuidado, graça, mesmo com lágrimas, mesmo que com muitas dificuldades. Não há missão impossível. Plantemos e a colheita virá: muitos e muitos discípulos apaixonados por Jesus, cujo amor não para de multiplicar, para a glória de Deus.

NEM COMODISMO, NEM ATIVISMO | Pr Leandro | 16.10.16

NEM COMODISMO, NEM ATIVISMO

Desacelerando em busca de uma união amorosa que gere fruto

(Mensagem ministrará pelo Pr. Leandro em 16/10/2016)

Texto-base: Mateus 6:33

O que significa amorosa união?

Amorosa união não é o equivalente efetivo de devoções e tempo de recolhimento. Nem se trata do envolvimento numa longa lista de práticas espirituais. Ou ter experiências emocionalmente intensas com Deus. União amorosa não trata de gerenciar sua agenda melhor ou simplesmente não estar ocupado. Não é tanto sobre ter um ritmo de vida sustentável. Tão importante quanto essas coisas possam ser, é possível envolver-se nelas sem necessariamente experimentar uma amorosa união. Então o que é a amorosa união e por que ela requer tanto tempo? União amorosa é permitir amorosamente que Deus tenha pleno acesso a minha vida.

Cultivar este tipo de relação não pode ser algo precipitado nem apressado. Devemos desacelerar e construir dentro de nossa vida uma estrutura e um ritmo que torne este tipo de amorosa rendição rotineiramente possível. Não é nem no comodismo e nem no ativismo que desenvolvemos essa intimidade com Deus e cultivamos essa união amorosa. No comodismo nos enchemos daquilo que não consiste nessa intimidade. E o ativismo nos rouba o tempo necessário para buscarmos essa intimidade.

1 Reis 19:1-11 (Elias) – No comodismo nos enchemos de nós mesmo, de autopiedade, da nossa visão limitada e julgadora.

Lucas 10:38-42 (Marta e Maria) – No ativismo nos preocupamos e nos inquietamos com muitas coisas e deixamos de lado o que é importante. E julgamos também.

VOCÊ SE CONSIDERA UM COMODISTA OU UM ATIVISTA?

Não deveríamos fazer da nossa intimidade/conexão com Deus algo que fazemos eventualmente, quando chegamos no prédio onde nos reunimos para as celebrações. Ou somente quando nos encontramos durante a semana na  célula. Sejamos intencionais para desenvolvermos um plano de ação para aumentarmos nossa conexão com Deus.

Hebreus 4:9-13 “Portanto, esforcemo-nos por entrar nesse descanso.”

Há a nossa responsabilidade em cultivar essa relação amorosa.

Marcos 1:35-39 – Jesus rotineiramente se afastava da sua exigência de salvar o mundo para passar tempo significativo com o Pai. Ele desacelerou para garantir que estava em sincronia com Deus – que ele estava no Pai e o Pai estava nele, preenchendo poderosamente cada espaço do seu corpo, mente e espírito. Como resultado, cada ação de Jesus estava enraizada num lugar de profundo descanso e centralização do seu relacionamento de Deus.

A CONSPIRAÇÃO MALIGNA DA DIVISÃO | Pr. Tércio | 09.10.16

A CONSPIRAÇÃO MALIGNA DA DIVISÃO

(Mensagem ministrada pelo Pr Tércio em 09/10/2016)

Texto base: Lucas 22.1-6, 39-48,52,53;  23.1-25

A maior desgraça promovida pelo inimigo de Deus aconteceu no céu. Satanás, sendo um anjo criado por Deus, se rebelou contra Ele e arrastou consigo um terço dos anjos dos céus, que hoje denominamos anjos caídos, anjos maus ou demônios. Ou seja, Satanás era um anjo e conspirou contra Deus, se rebelando e gerando uma divisão, quebrando a unidade celestial e estabelecendo guerra contra Deus, que persiste até hoje. Atualmente, ele continua trabalhando, ou melhor, tramando, e a trama é para dividir sua família, seu casamento, a igreja de Jesus, dividir relacionamentos entre amigos e amigas, equipes, nações, ministérios, células, relacionamentos de confiança entre pais e filhos,  discípulos e discipuladores, dividir irmãos.

Precisamos, como igreja e como discípulos de Jesus, termos uma visão madura, uma leitura espiritual diante de toda fumaça de divisão, diante de toda semente de partidarismo que o inimigo tente lançar diante e entre nós, famílias, indivíduos, empresas, igrejas.

 

Qual é a maneira que Satanás age numa conspiração de divisão?

 

  1. Satanás incita o coração do ser humano a querer algum tipo de reconhecimento, influência ou dinheiro. (Lucas 22:3-6)

A semente lançada no coração já corrupto do ser humano é o de querer ter ou ser aquilo que o outro tem ou é. É a armadilha da inveja, do ressentimento, da ambição. Porque Judas traiu Jesus? Satanás incitou Judas pelo seu próprio desejo de influência que não tinha, de relevância que não tinha, de reconhecimento que não tinha. Judas provavelmente traiu Jesus porque se sentiu mais valorizado pelos outros do que por Ele. A sensação de reconhecimento, influência e poder o traiu. Somos tentados e alguns até possuídos pelo diabo a dividir, trair quem amamos, mas o que está por detrás é a nossa própria cobiça, inveja, ciúme, ganância.

 

  1. Satanás oferece uma multidão de pessoas até influentes para se unir, apoiar e segui-lo. (Lucas 22:39,47)

É mais fácil atrair multidões para o espetáculo da traição do que para a humilde jornada de renúncia e lealdade de um discípulo de Jesus.

Obs.: cuidado com a cultura do “pois é…” Quando você vir sinais de divisão, posicione-se e não seja mais um POIS É!

  1. Ele faz com que amigos se tornem inimigos e inimigos se tornem amigos. (Lucas 23.1-12)

O poder da conspiração da divisão é tão forte que pode até unir inimigos em torno da destruição. É incrível, mas vemos pessoas que nunca se deram ou que se davam tão pouco mas, de repente, se unem e andam juntos como se fosse amigos íntimos, é tudo em torno de um fim: dividir, destruir. Sem perceber (ou percebendo), abraçamos e nos aliançamos a pessoas sem sequer saber o caráter, intenções e a conspiração maligna da pessoa que estamos abraçando.

 

  1. Ele faz com que o barulho da insensatez da multidão prevaleça diante da sensatez existente ainda em você. (Lucas 23.13-25)

Sempre há uma voz interior apontando o caminho da unidade, do amor, da restauração dentro de nós. Somos avisados que estamos sentados à mesa da conspiração alcançando nossa vida com a morte, e não com a vida. Pilatos tinha clareza, sensatez de que estava diante de uma injustiça. O homem que estava diante dele, Jesus, não era culpado. Ele repetiu isso por 3 vezes. (Lucas 23.22) Porém, a insensatez prevaleceu. Na conspiração da divisão, quase sempre a voz do inimigo soa mais alto.

 

  1. Ele te deixa sozinho, desesperado, desgraçado, abandonado até a morte. (Mateus 27:1-10)

O caminho da conspiração da divisão leva à morte espiritual, física, separação. Deus nos chamou para a jornada de amor, graça, perdão, unidade. Entretanto, na conspiração da divisão, o Diabo usa os envolvidos e os destrói, acaba com o futuro. A dor amarga da deslealdade é quase que insurportável. Mas há esperança. Quando há arrependimento e quebrantamento, a graça opera dando uma nova chance e reconstruindo o futuro.

Existem traidores e traídos. E para os dois casos existem duas alternativas: se você traiu, você pode fugir e se esconder de Deus e de todo mundo. Ou então, correr para presença de Deus arrependido e receber perdão, graça e força. Se você foi traído, você pode vingar-se e pagar o mal com o mal. Ou então entregar-se para Deus e deixar que Ele faça justiça. Qual o caminho que você escolhe?