11/40 dias C.A.F.E. | RECONHECIDOS COMO VERDADEIROS DISCÍPULOS

Enquanto o mundo encolhe com o medo, o povo de Deus ama.
RECONHECIDOS COMO VERDADEIROS DISCÍPULOS
Devocional 11 por Marcelo Maidana

“Um novo mandamento lhes dou: Amem-se uns aos outros. Como eu os amei, vocês devem amar-se uns aos outros. Com isso todos saberão que vocês são meus discípulos, se vocês se amarem uns aos outros.” João 13.34

Texto-base: 1 Coríntios 13

O tempo que estamos vivendo tem sido único em nossas vidas. A imposição do isolamento social faz com que tenhamos que limitar o contato físico com pessoas que tanto amamos: pais, filhos, netos, avós, amigos. Nossos encontros têm sido apenas pelas telas dos celulares, tablets e computadores. Uma das melhores expressões de afeto – o abraço – está restrito àqueles que moram em nossas casas.

Todavia, essa circunstância – a exigência do convívio em todas as horas do dia – tem exposto muitas fragilidades de relacionamento justamente com as pessoas que deveriam nos ser mais próximas: nossa família. Em nosso cotidiano, quando o convívio se reduz às horas em que estamos em casa, nem sempre isso se evidencia; porém, quando o contato se amplia para as 24 horas do dia, muitas dificuldades de relacionamento se revelam.

Nesse contexto, temos que ter sempre em mente o texto de Paulo em 1 Coríntios: “O amor é paciente, o amor é bondoso. Não inveja, não se vangloria, não se orgulha. Não maltrata, não procura seus interesses, não se ira facilmente, não guarda rancor. […] Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.” (1 Co 13.4,5;7)

Quando agimos motivados pelo amor que Deus derrama em nossos corações e seguimos o Seu exemplo (1 Jo 4.7;11), conseguimos amar incondicionalmente apesar dos conflitos cotidianos que muitas vezes parecem intransponíveis. Quando somos tomados pelo Seu amor, temos mais paciência, agimos com bondade, abandonamos o egoísmo, o orgulho, a arrogância e o rancor. Somos mais tolerantes e colocamos o interesse dos outros acima dos nossos (Fp 2.1-4).

E qual a principal consequência da manifestação do amor de Deus em nossas vidas? “Com isso todos saberão que vocês são meus discípulos, se vocês se amarem uns aos outros.” (João 13.34)

Se queremos ser reconhecidos como verdadeiros discípulos de Jesus, precisamos revelar o amor que Ele derramou sobre nós. E o primeiro ambiente para fazermos isso é a nossa casa. Nossas famílias precisam ser as primeiras a serem alcançadas por uma vida que transborda o amor de Deus. De nada adiantará falarmos do amor de Jesus para nossos amigos se esse amor não estiver presente nos nossos lares.

Tenho pedido a Deus que sonde meu coração e me releve de que formas posso amar melhor minha esposa e meus filhos. Eles são os primeiros que sentem o impacto de minhas atitudes quando elas partem de um coração que não está imerso no amor que Deus colocou em minha vida. Entretanto, também são os primeiros que respondem positivamente quando percebem Deus em minhas palavras e ações.

Em tempos de isolamento social, que formas podemos encontrar para sermos reconhecidos como verdadeiros discípulos de Jesus? Certamente, amar nossas famílias é a melhor maneira.

Música sugerida: Essência de Deus (João Alexandre)
https://www.youtube.com/watch?v=tQDFU_1VqPM

10/40 dias C.A.F.E. | DO OUTRO LADO DO PÃO

Enquanto o mundo acumula, o povo de Deus compartilha
DO OUTRO LADO DO PÃO
Devocional 10 por André Delgado

“Eles se dedicavam ao ensino dos apóstolos e à comunhão, ao partir do pão e às orações. […] Todos os que criam mantinham-se unidos e tinham tudo em comum.” Atos 2.42;44

Texto-base: Atos 2.42-47

Quando entreguei minha vida a Jesus Cristo, eu era uma pessoa muito empolgada com a nova forma de viver que me tinha sido apresentada. Os ensinos sobre amor altruísta sempre me surpreendiam, eu desejava viver como Jesus, queria entregar para as pessoas o que Jesus entregava: esperança. Eu sabia que poderia fazer isso, porque sabia que o mundo em que vivemos é muito carente desse amor verdadeiro. Os princípios de “uns aos outros”, de “fazer aos outros o que gostaria que fizessem por mim” (Mt 7.12), tudo isso sempre me estremeceu por dentro e sempre me dediquei muito por isso.

Em meu coração, fazer pelos outros o que eles mesmos não poderiam fazer por si me trazia uma satisfação e uma sensação de semelhança com o Mestre.

Em 2011, eu fui encorajado a participar do “Celebrando a Restauração”. Quase no final do programa, em setembro, eu viajei com minha família para o interior de Santa Catarina para visitar um casal de amigos que, assim como nós, eram missionários. Eu nunca imaginei que iríamos ficar ilhados, com quatro crianças, sem poder sair para comprar comida, sem luz, racionando a água e vendo da janela o caos ao redor. Meu amigo morava em um sobrado cuja parte térrea havia ficado submersa. A cidade tinha sido atingida pela pior enchente já registrada na sua história. No terceiro dia de enchente, as águas estavam baixando, a comida e a água potável terminando. Já tinha acabado nosso pão. Lembro-me de que nossas esposas haviam feito um bolo e que compartilhamos um pedaço com outra família.

Na manhã seguinte, eu ouvi alguém gritar: “tem crianças na última casa, leva esse pão lá!”. Alguém, de barco, a quem eu nunca havia visto e cujo rosto já não consigo lembrar, nos alcançou um saco com pães. Apesar de não saber quem era aquela pessoa, eu me lembro bem de que lado do pão eu estava. Até então, eu sempre tinha estado alcançando o pão; todavia, naquele dia, receber o pão deu um novo sentido para as oportunidades que Deus me concede para estender a mão ao próximo. Me fez perceber a vida de Jesus através daquelas mãos que me alcançavam o alimento. Eu pude ver o Mestre bem mais perto do que eu imaginava que Ele estaria. É como se Ele dissesse: “eu te amo”, “eu estou contigo”, “creia em mim”. Em 2015, nossa igreja socorreu muitas vezes as famílias atingidas pela enchente na Ilha das Flores. Eu estava lá como servo voluntário, e toda vez que entregava alimentos e uma oração de conforto, eu era ministrado pelo Espírito Santo.

Em momentos de crise como o que estamos vivendo hoje, é comum ver as pessoas acumulando para si mesmas, olhando “para seu próprio umbigo”, retendo o máximo que podem. Contudo, o povo de Deus compartilha. No texto de Atos 2, as pessoas se dedicavam ao ensino, à comunhão e ao partilhar o pão e as orações; eles tinham tudo em comum. Se fosse hoje, eles distribuiriam o álcool em gel, os remédios mais difíceis de se conseguir e tudo que as pessoas estivessem precisando. É isso que devemos fazer. E assim como milhares de pessoas foram salvas naqueles dias, essa história se repetirá hoje.

O motivo pelo qual passamos por crises é porque esse é o nosso chamado, a nossa missão: trazer alívio, compartilhando o que temos, pois tudo o que possuímos e somos está em Jesus.

Nunca soube quem era o padeiro que tinha feito aqueles pães que eu recebi, só soube que, enquanto ele tinha farinha, produzia os pães para serem compartilhados gratuitamente. Deus o sustentou, e muitas pessoas que como eu estavam “deste lado do pão”, viram Jesus bem perto, ouviram sua voz, se encheram de paz e o adoraram.

Diante desta pandemia, talvez você seja um padeiro, ou um homem gritando para que levem comida a alguém, talvez um homem sem rosto em um barco alcançando o alimento, ou ainda alguém que está “deste lado do pão”. Não importa. Deus quer usar você. Compartilhe o amor, a fé e o pão.

Música sugerida: O meu querer (Paulo César Baruk)
https://www.youtube.com/watch?v=ouk0X5tXjwU

09/40 dias C.A.F.E. | HORA DE MORRER

Enquanto o mundo acumula, o povo de Deus compartilha
HORA DE MORRER
Devocional 09 por Ranulfo Nascimento

“Pois, por meio da lei eu morri para a lei, a fim de viver para Deus. Fui crucificado com Cristo. Assim, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim. A vida que agora vivo no corpo, vivo-a pela fé no Filho de Deus, que me amou e se entregou por mim.”
(Galátas 2.19,20)

Eu e você, como discípulos de Jesus, somos convidados a fazer a leitura do nosso tempo e
do mundo no qual estamos inseridos. A notícia de uma pandemia deveria ser normal para nós, pois ela é profética: no final dos tempos, haveria os sinais de pragas, fome, guerras… como está previsto na Bíblia. A lembrança de que Deus é soberano em toda e qualquer circunstância também deveria ser algo normal e vivo dentro de nós e de pronto entendimento para seus discípulos. Por isso, somos para morrer!

Enquanto muitos estão com medo da morte e desesperados com as incertezas do futuro, eu e você somos desafiados a morrer para nós mesmos. Em meio ao caos da COVID-19, temos a oportunidade de morrer para o nosso EU, nossa CARNE, nosso EGOÍSMO, nosso MEDO. Quem sabe uma pandemia pode ser uma advertência divina para lembrarmos que temos que morrer? A declaração de Paulo de estar crucificado com Cristo implica a morte daquilo que é desejo e paixão. (Gálatas 5:24: os que pertencem a Cristo Jesus crucificaram a carne, com suas paixões e seus desejos.)

O momento é oportuno para manifestar o fruto do Espírito: amor, paz, paciência, amabilidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio. Porém, isso só é possível por meio da morte da nossa carne, dos nossos desejos e dos nossos medos. “Logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim!”. Agora, não sou mais eu, mas o Governo do Espírito Santo sobre minha vida.

Que o Espírito nos ajude a morrer por meio do jejum e da oração, para que outros possam encontrar vida por meio de um telefonema, uma oração intercessora, uma cesta básica, um álcool gel, uma oferta para uma família carente, um galão de água potável para aqueles que estão em situação de risco nas comunidades carentes da nossa cidade, enfim. Todas essas práticas são formas de morrer. O nosso morrer para nós mesmos pode e vai gerar vida no outro. Enquanto o mundo pensa em acumular, com medo do amanhã, eu quero te convidar a dividir, lembrando que é melhor dar do que receber.

Certamente, a dificuldade que temos para morrer se dá pelo fato de estarmos MUITO VIVOS!

Qual é sua posição hoje? Está em uma condição que você pode dividir? Dar algo ao outro é um sinal que estamos morrendo para nós mesmos!

Eu decidi que, em tempos de pragas, eu quero morrer, para que o amor, o cuidado, a graça, a misericórdia e a compaixão do meu Senhor possam ser revelados.

E você, o que decide?

Música sugerida: Porque Ele vive (Fernandinho)
https://www.youtube.com/watch?v=KEeaY1izalQ

08/40 dias C.A.F.E. | COMO MANTER O EQUILÍBRIO? ONDE BUSCAR A CONFIANÇA?

Enquanto o mundo acumula, o povo de Deus compartilha
COMO MANTER O EQUILÍBRIO DIANTE DO CAOS?
ONDE BUSCAR A CONFIANÇA PARA SUPERAR O MEDO?

Devocional 08 por Gema Sordi

“Aquele que habita no abrigo do Altíssimo e descansa à sombra do Todo-Poderoso pode dizer ao Senhor: Tu és meu refúgio e a minha fortaleza, o meu Deus, em quem confio.” (Salmo 90.1,2)

Texto-base: Salmos 91

Essas perguntas estão em minha mente nestes últimos dias, e é possível que estejam presentes na mente de muitos. O inesperado bate a nossa porta; o improvável toma forma; simplesmente emissão de alertas. Quando tudo estava tranquilo, a vida seguindo normalmente, os compromissos sendo cumpridos, a agenda sendo seguida, eis que chegou a notícia de um vírus que estava trazendo morte em um país distante.

Aparentemente não se tratava de algo que pudesse nos preocupar; afinal, era muito longe e dificilmente chegaria até aqui. “Vida normal, seguramente isso vai passar rápido”. Foi isso que pensei e segui a vida normalmente.

Em pouco tempo, as notícias foram tomando um rumo que colocou o mundo todo em alerta, pois o vírus, altamente contagioso, avançava rapidamente, trazendo mais e mais mortes em vários países, alcançando um grande número de pessoas. O medo começou a se instalar por todo o lado. Até que o inevitável passou a acontecer.

Minha pergunta foi: “como assim; está se alastrando rapidamente e vindo também para o Brasil?”.

Não houve tempo para me preparar! Isto mesmo, sem muitos alertas, sem o “soar das trombetas e buzinas”, a ordem foi dada: todos precisam parar e esperar até a onda passar.

O que começa a acontecer então? Nosso país começa a viver uma unidade nunca experimentada antes. Há um despertar da urgente necessidade de adaptação ao isolamento para a preservação da vida diante da ameaça do contágio, da morte e da destruição. Dia após dia, as atividades vão diminuindo, a circulação de pessoas desaparecendo, as ruas tornando-se desertas, a ameaça batendo à porta de todos. Instala-se o medo e a insegurança de forma visível.

E agora, para onde ir? Onde posso encontrar meu lugar seguro?

O Salmo 91 nos ajuda a encontrar um lugar seguro. Debaixo das asas do Pai, estaremos guardados do mal. Ali, encontramos respostas para tempos difíceis, como este que estamos vivendo hoje. Há uma promessa para o povo de Deus. NEle temos nossa esperança.

Portanto, minha conclusão é: que privilégio saber que a minha segurança está no Senhor, Este que fez os céus e a terra, que me formou a Sua imagem e semelhança, que me conhece desde o ventre da minha mãe e que escreveu os meus dias quando nenhum deles ainda havia. Ele conhece o meu pensar e sabe como estou e que sem Ele eu não vou conseguir passar por este deserto.

O Salmo 139 me traz a segurança e a certeza de que o Senhor conhece tudo sobre mim, até mesmo os meus pensamentos. Sendo assim, Ele cuidará de mim.

Meu recado para você que está lendo, mesmo em tempos de guerra é: devemos lembrar que recebemos do SENHOR a alegria da salvação em Jesus Cristo e que como seus seguidores devemos procurar ser sal e luz e levar a esperança aos corações.

Se você estiver preocupado, busque ao Senhor em oração, que Ele cuidará de você.

Segue meu abraço, em nome de Jesus Cristo, nosso Amado Pai.

Música sugerida: Sonda-me, Usa-me (Aline Barros)
https://www.youtube.com/watch?v=MzLBmGf1fSQ

07/40 dias C.A.F.E. | MEU, SEU OU DELE?

Enquanto o mundo acumula, o povo de Deus compartilha
MEU, SEU OU DELE?
Devocional 07 por André Santos

“Do Senhor é a terra e tudo o que nela existe, o mundo e os que nele vivem.” (Salmo 24.1)

Texto-base: João 6.1-15

O mundo vive a maior crise dos últimos anos, ou décadas!

São muitas orientações, acompanhadas de muitas dúvidas e inseguranças. Dias difíceis para nossas famílias! Mas talvez o maior desafio para grande parte da população (me incluo nela) tem sido abrir mão de um dos principais direitos fundamentais: a liberdade de ir e vir (devido ao isolamento social).

Temos dificuldades de lidar com o “abrir mão”, principalmente dos nossos direitos. Passamos a vida em busca deles: em nossos relacionamentos, no trabalho, no casamento, e até mesmo em nossa relação com Deus. Quando lemos a história da multiplicação, em João 6:1-15, percebemos vários personagens (Jesus, os discípulos, a multidão e um menino), e, por meio de cada um deles, tiramos uma lição, um aprendizado.

Mas quero falar sobre o menino que estava no meio da multidão, cujo nome nem mesmo é citado na Bíblia, mas foi alguém que, em meio à crise, abriu mão dos seus direitos, assumiu o risco de não comer e entregou tudo o que tinha para abençoar a multidão.

Esse menino não podia imaginar o desfecho, era pouco aos olhos dos discípulos e da multidão, mas o suficiente nas mãos de Jesus! Ele estava disposto a servir, repartir e compartilhar, pois, vendo Jesus amando pessoas, ele entendeu que, assim como o “Pai é Nosso”, o “Pão é nosso”, e, com essa renúncia, ele experimentou o milagre.

Quando abrimos mão dos nossos direitos e cumprimos nosso dever como discípulos de Jesus, experimentamos o milagre. “Ordene-lhes que pratiquem o bem, sejam ricos em boas obras, generosos e prontos a REPARTIR.” 1 Timóteo 6.18

Repartir não é no meu tempo, “QUANDO EU QUERO”, mas quando o “OUTRO PRECISA”.

Em seu livro, A Última Flecha, o pastor Erwin McManus nos encoraja dizendo: “a maioria de nós sabe que é espiritual orar, mas de algum modo deixamos passar o fato de que tão espiritual quanto orar é agir”.

Estamos isolados, mas não alienados ao que está acontecendo ao nosso redor. Não espere pelo dia em que terá mais recursos para repartir. No auge de uma crise sem perspectivas, há alguém aguardando o milagre, e você pode fazer parte dele. Lembre-se de que tudo vem dEle, e somos apenas mordomos de tudo aquilo que ele tem nos confiado, inclusive o tempo. Use esse tempo para compartilhar amor, fé e esperança!

Deus quer usar a sua igreja nesse tempo, HOJE!

“Do Senhor é a terra e tudo o que nela existe, o mundo e os que nele vivem.” Salmos 24.1

Pai, que as pessoas enxerguem o Senhor através de nós! Ensina-nos a abrir mão dos nossos direitos, e viver na perspectiva do Reino, e na expectativa do que o Senhor fará em nós, por nós e através de nós em meio a essa crise. Abrimos mão dos nossos direitos para ver o milagre do Senhor.

Música sugerida: Infinitamente Mais (Asaph Borba)
https://www.youtube.com/watch?v=EDp-AKOzI1g

06/40 dias C.A.F.E. | COMPARTILHANDO COM A PRÓXIMA GERAÇÃO

Enquanto o mundo acumula, o povo de Deus compartilha
COMPARTILHANDO COM A PRÓXIMA GERAÇÃO
Devocional 06 por Michel Santos

“Uma geração contará a outra a grandiosidade dos teus feitos;
eles anunciarão os teus atos poderosos.” (Salmo 145.4)

Texto-base: Salmos 145.3-21

Em meio à crise mundial que se instaurou a partir da disseminação do Covid-19, tudo tem mudado em nossa rotina e cabe a nós, como discípulos do Senhor Jesus, buscar saber o que Ele quer de nós nesse momento, de que forma podemos cumprir nossa missão apesar do distanciamento das pessoas, do trabalho e de nossas atividades.

Olhando para poucos dias atrás, em tempos “normais”, vemos uma sociedade que tem vivido dias onde é “cada um por si”, “esse é o meu pensamento e assim agirei”, ou “trabalho para alcançar os meus objetivos”, ou seja: tempos de individualismo, de pensar em si, nos seus próprios ideais e isso tem, por vezes, alcançado o povo de Deus.

Entretanto o chamado do Senhor para nossas vidas é o de anunciar as boas novas, servir os outros, repartir e fazer conhecida a Sua grandeza, o que vai à contramão daquilo que presenciamos diariamente por onde andamos.

Agora, nos deparamos com uma realidade que não estamos acostumados: precisamos ficar em casa, não podemos mais sair, nem ir em busca daquilo que tanto sonhamos, daquilo que por vezes nos fez passar por cima de tantos valores simplesmente para que alcancemos nosso desejo.

E agora, o que fazer se tudo o que empenhamos nossas forças não podemos mais exercer? Ficar em casa? Parece não haver sentido, mas momentos como esse ressaltam nossa limitação e nos lembram da grandeza do nosso Deus.

Desde que me tornei pai, entendi isso como um grande privilégio e ao mesmo tempo compreendi a minha grande responsabilidade de cuidar e pastorear o coração das nossas filhas, entendendo que Deus me confiou essa grande missão e ela não pode ser transferida.

Em uma sociedade focada em conquistar, em adquirir, em pensar em si, talvez essa missão não seja vista como a mais bela. O que presenciamos é uma grande omissão em cumpri-la, o que tem gerado um distanciamento entre pais e filhos, filhos que não conhecem o Senhor, que acabam buscando em outros lugares a base para as suas escolhas e não tem encontrado um ambiente aberto para abrir suas necessidades.

O Salmo 145:4, fala que uma geração contará a outra geração a grandiosidade dos feitos do Senhor. Mas, se nós pais estamos tão ocupados com nossos afazeres, em conquistar aquilo que almejamos e não compartilhamos os feitos do Senhor, como eles saberão? Onde buscarão sua salvação e esperança para o futuro?

Creio que em meio a toda essa crise, Deus está nos dando a oportunidade de, como pais, voltarmos o olhar para aqueles a quem Ele nos entregou para amar, cuidar e compartilhar os Seus feitos, a compartilhar aquilo que fez em nossas próprias vidas.

Quero encorajar você a aproveitar esse tempo e ser intencional nessa vivência em família, com seus filhos. Peça a Deus criatividade, faça coisas legais com eles, lembre-se de coisas da sua infância e conte a eles, brinque, esteja junto, mas seja intencional em compartilhar coisas profundas do seu coração, das verdades da palavra de Deus e de quem Deus é.

É tempo de sonhar juntos, de dar início há um tempo que talvez nunca houve, mas que precisa ser vivido e trará resultados incríveis.

Essa missão é nossa como pais, ninguém mais fará por nós.

Música sugerida: Família (Daniel Costa)
https://www.youtube.com/watch?v=Rdv6fM3FlC8

05/40 dias C.A.F.E. | CRISE E OPORTUNIDADE

Enquanto o mundo acumula, o povo de Deus compartilha
CRISE E OPORTUNIDADE CAMINHAM LADO A LADO
Devocional 05 por Marcelo Santos

“Então Jesus tomou os pães, deu graças e os repartiu entre os que estavam assentados,
tanto quanto queriam; e fez o mesmo com os peixes.” (João 6.11)

Texto-base: João 6.5-12

Desde muito pequeno ouço meu pai falando esta frase: “Crise e oportunidade caminham lado a lado”. Minha visão limitada na época sempre me levava a olhar para ela no aspecto profissional apenas, pensando que em meio a crise eu poderia perceber novas oportunidades de negócios que me ajudariam passar pela crise não apenas deixando de ser atingido por ela, mas também me dando esperança de um futuro melhor para minha família.

Pensando sobre isso em meio a “crise” do covid-19 , mais uma vez lembrei da frase que sempre ouvi de meu pai” Crise e oportunidade caminham lado a lado” , hoje com mais maturidade e com a compreensão de um discípulo de Jesus, a frase veio ao meu coração com um sentido totalmente diferente.

A Bíblia fala que a primeira atitude de Filipe, um dos discípulos que estava com Jesus, foi dizer que o dinheiro que tinham não era suficiente para alimentar aquela multidão faminta. Observe o que Filipe lhe respondeu: “Duzentos denários não comprariam pão suficiente para que cada um recebe-se um pedaço.” (João 6:7)

Mas a Bíblia relata a atitude de um outro discípulo chamado André, irmão de Pedro, reconhecidamente um homem de relacionamentos. Naquele momento ele também não tinha uma solução, mas usou suas habilidades de se relacionar com as pessoas e percebeu na multidão um menino que tinha apenas 5 pães e 2 peixes. Também aos olhos humanos muito pouco para solucionar o problema da fome da multidão, mas que nas mãos certas tornou possível o pouco milagrosamente alimentar a multidão.

Quando André e o menino levaram o “pouco” até Jesus, aconteceu a primeira multiplicação dos pães que alimentou, segundo as escrituras, 5.000 homens sem contar crianças e mulheres.

Quem sabe você hoje seja um discípulo que em meio a crise esteja paralisado, querendo comprar tudo que é mantimentos no mercado, acumulando reservas para sua subsistência e não considerando compartilhar com o próximo o pouco que tem.

Mas na crise temos a oportunidade de desenvolver nossa confiança em Deus e nos apresentar a Ele para que nos use como resposta ao clamor de uma população aflita e sem direção em meio ao caos atual.
Se abrirmos nossos olhos veremos muitas necessidades, pessoas com fome, medo, incertezas, solidão e desespero ou quem sabe precisando apenas de um álcool gel.

Assuma seu papel de discípulo de Cristo que compartilha amor, fé e esperança fazendo da sua vida uma glória para Deus.

Música sugerida: Um Chamado – Cinco Pães e Dois Peixinhos (Medley) (KLEV)
https://www.youtube.com/watch?v=grZEiiNJTb4&feature=youtu.be

04/40 dias C.A.F.E. | DEUS GOSTA DE TIRAR ÁGUA DE PEDRA

Enquanto o mundo acumula, o povo de Deus compartilha
DEUS GOSTA DE TIRAR ÁGUA DE PEDRA, LITERALMENTE
Devocional 04 por Ruben Cavalcanti

“Pegue a vara, e com o seu irmão Arão reúna a comunidade e diante desta fale à rocha, e ela verterá água. Vocês tirarão água da rocha para a comunidade e os rebanhos beberem.” Números 20.8

Existe uma expressão popular – tirar leite ou água de pedra – que, segundo o Google significa “fazer o impossível; em tempos de crise, quando se vive ganhando muito pouco, você conseguir sobreviver e sustentar uma família, por exemplo.”. Essa impossibilidade está relacionada ao fato de que a natureza dos dois elementos, água e pedra, são distintas e, portanto, uma coisa não deveria se originar da outra. No entanto, extrair coisas de diferentes naturezas umas das outras é uma das especialidades do Deus a quem servimos (Jo 2).

Contextualizando ao atual momento, imagine a crise humanitária que o povo de Israel estava sendo submetido ao sair da terra do Egito quando, após um mês no deserto, faltou-lhes o item mais essencial à vida humana biológica: a água. Imagine as crianças chorando, pessoas e animais adoecendo, uma verdadeira catástrofe. O estresse e o pânico tomaram conta de todos a ponto de desejarem retornar à vida de escravidão no Egito (Nm 20.5) ou até mesmo a própria morte (Nm 20.3). Ingratidão e reclamação surgiram no coração do povo e estes ameaçaram apedrejar o próprio Moisés! (Êx 17.4). A Bíblia então relata que “Moisés e Arão saíram de diante da assembleia para a entrada da Tenda do Encontro e se prostraram, rosto em terra, e a glória do Senhor lhes apareceu” (Nm 20.6) e o Senhor disse a Moisés: “Pegue a vara, e com o seu irmão Arão reúna a comunidade e diante desta fale àquela rocha, e ela verterá água. Vocês tirarão água da rocha para a comunidade e os rebanhos beberem” (Nm 20.8).

Apesar de todos os grandes milagres que Deus já havia feito pelo Seu povo, esse duvidou da presença real de Deus, o que a Bíblia define como “colocar Deus à prova” (Êx 17.7). Nesse caso, até mesmo o grande líder Moisés se deixou afetar, pois o contágio emocional em tempos de crise é extremamente “infeccioso”. A Bíblia relata que Moisés não fez exatamente como ordenado por Deus, fazendo um discurso carregado de acusação e orgulho, em oposição à sua típica intercessão nas outras ocorrências de rebeldia. Depois, ele bateu na rocha, quando deveria “falar” à rocha. No entanto, mesmo com essas atitudes, Deus, por sua infinita misericórdia, ainda assim concedeu água ao povo. E, ao final, Deus tratou diretamente com Moisés mostrando a ele que a intenção desse episódio era diferente dos outros, pois o nome do lugar aponta para a ideia de que Deus queria se mostrar “santo” ao atender o pedido do povo, e Moisés entendeu mal esse propósito, ou achou que ele seria alcançado por uma repreensão, e não pela concessão do pedido.

Um dos papéis que nos cabe como igreja em tempos de crise é o de compartilharmos alegria e gratidão. Essa é uma forma de sermos santos (separados) em relação ao modo que normalmente o mundo enxerga e vive a crise: com ingratidão, pânico, medo e desesperança. E não poderia existir na Terra um povo mais capacitado para tal tarefa que nós – igreja – cuja crença e esperança estão depositadas no Deus que “tirou água de pedra”, transformando a morte de Jesus na nossa Salvação Eterna! Se Ele utilizou o nosso pior inimigo para nos salvar, o que fará com a Vida?

Respondendo à pergunta acima, temos muito o que fazer com nossa nova vida em Jesus. Diferente do povo de Israel no deserto, devemos procurar aprender tudo o que Deus está querendo nos ensinar neste momento (o que Deus está falando?), em todos os níveis: como igreja, como nação, como família e como indivíduos. A atual crise aponta para algo muito além dela e Deus tem nos dado a oportunidade de “limpar nossas lentes” removendo barulho, poluição e “coisas extras” que costumamos levar no nosso dia a dia para, no fim, pensarmos no que é o essencial (Cl 3.2). Assim, podemos e devemos compartilhar esse aprendizado na forma de atos de amor, fé, esperança, alegria e gratidão com objetivo de fortalecer a fé dos irmãos e anunciar as boas notícias ao mundo. São muitas as oportunidades que Deus está nos dando nesse momento como:

• Aprender o real significado de que ser igreja não depende de um prédio;
• Retomar ou iniciar a realização de cultos caseiros e das rotinas espirituais;
• Passar mais tempo com a família, reaprendendo a ficar em casa e “esticando” nosso caráter no sentido do “suportar uns aos outros”;
• Chamar a atenção sobre os problemas sociais que nossos irmãos e a sociedade enfrentam;
• Compartilhar cargas (emocionais, físicas, necessidades básicas e financeiras, espirituais, etc.) uns com os outros;
• Usar a capacidade criativa dada por Deus a nós na busca de soluções para problemas do dia a dia;
• Nos chamar a darmos maior atenção aos problemas globais e regionais, bem como aos governantes instituídos por Deus.

Se permitirmos, a pressão da crise vai nos conectar com ainda mais intensidade, e, ao final, só conseguiremos passar por este momento sendo a única Instituição capaz de fazê-la de verdade: a igreja. Como dizia a música: “pare o mundo que eu quero descer!” O fato é que mundo parou e único lugar que você pode descer é aos pés de Jesus! Deus vai continuar tirando água de pedra, e Ele pode fazer isso através de você!

Música sugerida: Êxodo (Projeto Sola)
https://www.youtube.com/watch?v=_Lqhh2dmNBc

03/40 dias C.A.F.E. | UMA AMPULHETA DE CADA VEZ

Enquanto o mundo acumula, o povo de Deus compartilha
UMA AMPULHETA DE CADA VEZ
Devocional 03 por Pr. Leandro Devincenzi

“Ensina-nos a contar os nossos dias para que o nosso coração alcance sabedoria.”
Salmos 90:12

Há algumas semanas adotamos a ampulheta para nos auxiliar na dinâmica com as nossas filhas. Quando orientamos a Helena, a Alice e a Ester para alguma atividade de leitura ou de recortar, por exemplo, está ali na mesa, junto, a ampulheta. Temos de diferentes cores e de diferentes tempos. Amarela, vermelha, azul… elas nos ajudam a ver o tempo passar: 10, 30 e 60 minutos.

Tem atividades que as gurias gostam e que nem percebem o tempo passar. Agora tem outras, que já não são tão agradáveis para elas, mas também necessárias para o aprendizado, que elas ficam olhando para a ampulheta e acham que o tempo parou. (Alguém mais se identifica? 😉

À medida que a ficha cai (ou nesse caso a areia), vamos ensinando nossas filhas e também aprendendo que realmente “há tempo para todas as coisas debaixo do céu”, como está escrito na Bíblia em Eclesiastes capítulo 3. Até mesmo o versículo 5 – “há tempo de abraçar e tempo de se conter” – está fazendo sentido numa compreensão que pelo menos eu não tinha assimilado até então.

Nos estudos desta semana aqui em casa, a Cris viu com as meninas um recorte da linha do tempo. Cantaram uma música que fala de acontecimentos no período de 753 a.C. a 612.a.C. – fundação de Roma, a ascensão e a queda dos impérios assírio e babilônico. Acontecimentos reais, com seus desafios reais, mas que hoje, ao estudarmos a história, passamos isso em uma página, afinal, o tempo se vai.

Hoje estamos vivendo a nossa linha do tempo e com ela, um momento dramático. Mas como humanidade já estamos assimilando que um momento dramático, por mais real que seja, não é toda a nossa linha do tempo.

Bons aprendizados tem sido gerados neste tempo. Aquela sensação de “tá corrido hoje” está bem diferente. Por vezes não vemos o tempo passar…boas conversas, seja online ou com quem está contigo, estão acontecendo.

Em contrapartida, em tempo de receios e inseguranças e relatórios diários com números no mundo, no Brasil e no nosso Estado, seja com informações reais ou com as nocivas “fakes”, mais do que nunca se torna vital encontrar descanso para alma e para os pensamentos na companhia do Deus que está acima do tempo. E assim, aprendemos que não precisamos viver, seja tempos bons ou difíceis, por conta própria.

Podemos buscar em Deus a sabedoria para contar os nossos dias. A Bíblia nos revela uma grande verdade. Podemos ser ensinados e Ele é a fonte desta sabedoria! Ele quer nos ensinar. Mas é uma escolha pessoal e intransferível. São várias as alternativas. Posso viver no piloto automático ou “deixar a vida me levar”…

Aqui em casa temos escolhido viver a nossa vida com a orientação de Deus para que a vivamos de acordo com o Seu propósito. Acreditamos que realmente não estamos aqui nesta terra à toa e que sim, sempre há razão e formas para amar. A vida projetada por e em Deus foi feita para ser compartilhada. Se não pelo abraço, neste tempo, usando outras formas. E assim, aprendendo a viver com a sabedoria dada por Deus. Uma ampulheta de cada vez.

Sugestão de música: O Tempo (Oficina G3)

02/40 dias C.A.F.E. | O VIRAL RESTAURADOR

Enquanto o mundo acumula, o povo de Deus compartilha
O VIRAL RESTAURADOR
Devocional 02 por Pr. Shane Latham

“Em tudo o que fiz, mostrei a vocês que mediante trabalho árduo devemos ajudar os fracos, lembrando as palavras do próprio Senhor Jesus, que disse: ‘Há maior felicidade em dar do que em receber’.” Atos 20:35

Hoje, no mundo digital, compartilhar significa passar adiante algo que você curtiu; pode ser algo pessoal, uma selfie, uma palavra ou pensamento seu ou de terceiros. Não precisa ser original nem autêntico, basta ser algo com que você deseja ser associado. Nas mídias sociais, uma postagem muito compartilhada se torna “viral”. Entre os materiais mais compartilhados estão:
Fails: vídeos de quedas ou momentos de vergonha;
Roasts: vídeos ou textos que queimam com crítica e sarcasmo;
Desabafos: reclamações e acusações de forma pública para causar constrangimento;
Desafios: pessoas fazendo loucuras dolorosas, nojentas e perigosas para chamar atenção e se tornarem celebradas pela comunidade online.

Interessante o uso da linguagem infectológica ao falar do compartilhar online (viralizar). Chamo esta cultura negativa e fútil, do “viral degenerativo”. É claro que também há muita coisa produtiva, engraçada, inspiradora e educativa, compartilhada simultaneamente, como diamantes espalhados no lixão. Chamo a essa última de “viral restaurador”.

Vivemos hoje a realidade do impacto global de um vírus originado no outro lado do mundo, passando de mão em mão, chegando até nós. Imagine agora como palavras e imagens que passamos adiante também se espalham pelo mundo da mesma forma. Pense! Eu tenho uma voz, conteúdos passam por minhas mãos e sou parte do problema ou da solução. Num mundo onde a rede de relacionamentos online democratizou a transmissão viral, nossos maiores desafios são discernimento e autenticidade. Seja digital ou pessoalmente, examine a qualidade daquilo que você compartilha.

“Tem algum valor restaurador em passar isso para frente?”
“Estou vivendo as virtudes que repasso?”

Lembremos: “multiplicamos o que celebramos”. Os programadores de sites sociais entendem isso pois é só curtir ou compartilhar algo e de repente, conteúdo parecido começa a aparecer no seu mural. Pense nestas três práticas que recomendo aos meus filhos sobre o compartilhar online:

• Só passe adiante coisas que você realmente leu e conferiu a veracidade;
• Pergunte se isso vai edificar no padrão Cl 4:5-6 antes de enviar adiante;
• Compartilhe mais conteúdo pessoal (foto sua, com pensamentos seus) do que de terceiros.
• O compartilhar online é apenas uma manifestação de crenças profundas que revelam seu coração.

Queria hoje levar você a refletir sobre “compartilhar” no sentido “nosso dever e privilégio (online e pessoalmente) de repartir o que temos de bom e autêntico, para derramar graça num mundo em crise.” Pense nestes três princípios do “compartilhar” como valor:

• Você não pode compartilhar algo que você não tem (seja autêntico);
• O compartilhar abre caminho para o receber (seja generoso);
• A mentalidade de abundância gera a atitude de compartilhar (seja grato e contente).

Considere estas resoluções:
• Abandone o compartilhar degenerativo (Leia Colossenses 4.5-6 e converse com alguém de confiança sobre sua cultura de compartilhar online).
• Invista num compartilhar autêntico (Leia Tiago 1.21-25 e converse com alguém de confiança sobre o desafio de viver as virtudes que projetamos).