SÉRIE K2 – TORNE-SE UM ADULTO EMOCIONALMENTE MADURO

identidadePr. Tércio em 11/10/2015

(Adquirindo novas habilidades para amar)

Você consegue imaginar alguém frágil e imaturo emocionalmente, tentando escalar o K2? Parece que não combina. O mais provável, como atitude natural de uma pessoa imatura emocionalmente diante dos desafios, é desistir e não persistir. Muitas pessoas pensam que um sinal da maturidade emocional é a independência, mas não é. Na vida de um discípulo de Jesus, o sinal da maturidade é a interdependência. Tanto a dependência quanto a independência são características perigosas e que nos impedem de chegar ao topo do K2, inevitavelmente. Nem alguém dependente ou independente consegue chegar ao topo do K2. O sinal de alguém maduro emocionalmente é que não apenas ele reconhece isso, como ele busca a interdependência. Assim também é a jornada da vida cristã. Muitos de nós estamos aquém da vida abundante que Deus tem pra nós porque emocionalmente não temos amadurecido tanto quanto deveríamos. Precisamos identificar a gravidade do problema da imaturidade emocional nas nossas vidas e relacionamentos e tomarmos, pessoalmente, a resolução de crescer emocionalmente com Jesus. Muitos de nós, na escalada da vida cristã, rumo à vida plena que Deus tem para nós, nos ferimos e nos abatemos diante de uma avalanche de conflitos (seja espiritual, seja no casamento, seja na empresa, seja num relacionamento de namoro, seja na economia, seja com pai ou mãe, seja com um líder de célula, com um discípulo ou discipulador, ou com o pastor), estacionamos ou retrocedemos na escalada.

Ao longo do tempo, percebemos, no meio da nossa sociedade e na igreja também, muitas pessoas imaturas emocionalmente. No caso da igreja, são pessoas que de fato amam a Jesus, O buscam de coração, conhecem a Bíblia, recitam textos bíblicos, falam para os outros sobre Jesus, louvam a Deus, celebram o perdão dos pecados, praticam disciplinas espirituais, mas infelizmente, o seu compromisso com Jesus não inclui a intervenção dele nos seus relacionamentos e nem nas suas crises e desafios da vida. Embora conheça a Cristo, é um adulto imaturo emocionalmente, e consequentemente, possui uma espiritualidade emocionalmente imatura. Chegar ao topo do K2 emocionalmente maduro é não deixar que qualquer coisa ou grandes coisas mudem o nosso amor e parem o amor na nossa vida, nos impedindo de sermos e fazermos discípulos para a glória de Deus.

CARACTERÍSTICAS QUE DIFEREM UM ADULTO EMOCIONAL DE UM BEBÊ, DE UMA CRIANÇA OU DE UM ADOLESCENTE EMOCIONAL BEBÊS EMOCIONAIS

• Procuram que os outros tomem conta deles.

• Tem dificuldade com o ESPERE.

• Tem grande dificuldade de entrar no mundo dos outros.

• São movidos por gratificação instantânea.

• Usam os outros como objetos para atender às suas necessidades. CRIANÇAS EMOCIONAIS

• Estão contentes e felizes enquanto recebem o que querem.

• Não sabem lidar com o NÃO.

• Desembaraçam-se rapidamente do estresse, dos desapontamentos e das provações.

• Interpretam as discordâncias como ofensas pessoais.

• Magoam-se com facilidade.

• Queixam-se, retrocedem, manipulam, se vingam, tornam-se sarcásticos quando não conseguem o que querem.

• Tem grande dificuldade em discutir, com calma, suas necessidades e vontades de uma forma madura e amorosa.

ADOLESCENTES EMOCIONAIS

• Tendem a ser quase sempre defensivos.

• Sentem-se ameaçados e ficam amedrontados com as críticas.

• Ficam de olho no que dão para pedir algo em troca depois.

• Tratam o conflito precariamente, quase sempre acusando, fazendo concessões, recor-rendo a terceiros, fazendo cara feia ou ignorando o assunto por completo.

• Tornam-se preocupados consigo mesmos.

• Tem dificuldade com DE OUTRO JEITO.

• Tem grande dificuldade em verdadeiramente ouvir o sofrimento, as decepções e as necessidades de outra pessoa.

• São críticos e opiniáticos. ADULTOS EMOCIONAIS

• Identificam suas necessidades e conseguem pedir o que querem ou preferem – com clareza, direta e honestamente.

• Reconhecem, administram e assumem responsabilidade por suas ideias e sentimentos.

• Mesmo sob estresse conseguem expressar suas próprias convicções e valores sem se tornar antagônicos.

• Respeitam os outros sem ter de mudá-los. • Dão espaço para que os outros cometam erros e não sejam perfeitos.

• Reconhecem as pessoas pelo que são – o bom, o mau e o feio – e não pelo que rece-bem delas.

• Avaliam com precisão seus próprios limites, forças e fraquezas e conseguem discuti-los livremente com os outros.

• Estão em perfeita sintonia com seu mundo emocional e conseguem entrar em senti-mentos, necessidades e preocupações dos outros sem se perder.

• Sabem lidar com o ESPERE, NÃO E DE OUTRO JEITO.

• Tem a capacidade de resolver conflitos de forma madura e negociam soluções que le-vam em conta as perspectivas dos outros.

Para exemplificar este processo de amadurecimento emocional, vamos olhar para a vida de José. Sua história é contada em Gênesis, 37 a 50, e envolve rejeição (37.19), abuso (37.23,24), abandono e desprezo (37.28), mentira(37.20,31), ódio (37.8), ciúme (37,11). José tinha tudo para ter uma vida no vale, desistir da vida, culpar todo mundo, atacar a si mesmo e jamais subir o topo do K2, e ser o que Deus planejou para ele. Entretanto, Deus usou a vida dele de forma extraordinária no seu futuro para que toda a sua família fosse salva num momento de tragédia nacional. Como Deus pôde usar a José? Como Deus pode levá-lo ao máximo do seu potencial e propósito de vida? Como o amor não parou na vida de José, mesmo depois de tanta injustiça e sofrimento? “O Senhor era com Ele”.(39.2,3,21,23). Não há dúvida alguma de que O próprio Deus foi amadurecendo José emocionalmente. José se tornou um adulto emocionalmente saudável, e isso fez com que ele pudesse ser usado por Deus no máximo do seu potencial.

QUAIS SÃO AS LIÇÕES QUE PODEMOS APRENDER COM A VIDA DE JOSÉ?

1. Admita sua situação e viva sem autopiedade.

2. Enfrente a sua realidade com Deus e não na força do seu braço.

3. Não deixe que o seu estado atual e o seu ambiente atual definam a sua escalada.

4. Seja guiado pelo que Deus revelou para você e não pelo que a circunstância diz.

5. Repreenda em nome de Jesus os fantasmas que lhe feriram e que tentam dizer que os sonhos de Deus para a sua vida não vão dar em nada.
6. Aprenda que o amor de Deus encobre a nossa multidão de pecados e nos impulsiona a não desistir de nós mesmos e nem dos outros.

7. Reconheça, como José, que pessoas não tem poder de parar o propósito de Deus para a sua vida lhe fazendo mal.

8. Aprenda o que significa ser um pacificador de verdade e aja com tal.

9. Aceite o que não pode ser mudado em você e nos outros.

10. Desenvolva relacionamentos transparentes com base na suficiência do amor de Cristo de poder fazer novo todas as coisas.

11. Deixe de lado as suas suposições, expectativas e feridas passadas. Aja com visão real do mundo presente.

12. Reconheça a necessidade e indispensabilidade da presença de Jesus na sua vida capacitando você para se tornar um adulto emocionalmente maduro diante das surpresas da vida e ainda ser uma benção neste mundo.

SÉRIE K2 – OS 4 MOVIMENTOS – PARA FRENTE: A DOR DAS PERDAS

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QUINTA SEMANA

Pr. André em 04/10/2015

OS 4 MOVIMENTOS – PARA FRENTE: A DOR DAS PERDAS

O quarto e último movimento que precisamos exercitar rumo ao Summit é olharmos para frente, rumo ao imprevisível. E é exatamente nesse momento que enfrentamos uma dura crise. Oswald Chambers diz: “A maior crise espiritual ocorre quando alguém tem de ir um pouco além dos limites da fé e das crenças que já abraçou.” (Tudo para Ele; p. 277) E é no imprevisível caminho que poderemos ter que enfrentar nossos obstáculos mais temidos: a perda e o sofrimento. O sofrimento e a perda são obstáculos reais da jornada. Eles fazem parte da jornada desse lado da eternidade. Diante desse contexto, uma pergunta se impõe: Como um adulto emocionalmente saudável lida com suas perdas sofrimento? Como podemos lidar com as perdas e o sofrimento encontrando forças para viver o imprevisível dom da vida de Deus? Existem dois caminhos a seguir:

1. O CAMINHO DA IMATURIDADE NA DOR: como podemos lidar com o sofrimento e a perda A dor e sofrimento podem cegar o nosso entendimento, nos dando uma visão distorcida da realidade. Elas nos colocam numa nova realidade. Diante da dor, nós podemos tentar levantar defesas para lidar com essa realidade.

1.1 NOSSAS DEFESAS

Negação – nos recusamos a reconhecer a nossa nova realidade.

Redução – admitimos que algo está errado, mas diminuímos a seriedade do problema.

Transferência de culpa – negamos a nossa responsabilidade pela situação e projetamos a culpa nos outros.

Culpar – assumimos a culpa inteiramente.

Racionalização – damos desculpas, justificamos, apresentamos álibis para proteger e estabelecemos uma explicação inexata do que está acontecendo.

Generalização – evito a consciência pessoal e os sentimentos difíceis através de generalidades.

Distração – mudamos de assunto ou fazemos piada para evitar a realidade ameaçadora.

Hostilidade – ficamos com raiva e irritados quando certos assuntos são mencionados.

Todas essas defesas na verdade são muros de areia que não vão nos ajudar a lidarmos com as perdas e o sofrimento. São artifícios e estratégias que usamos, mas que porém não vão gerar uma visão nítida de nossa realidade. Fugir da realidade não é a solução das nossas crises. Peter Scazzero diz: “Não há maior desastre na vida espiritual do que estar imerso na irrealidade. De fato, a verdadeira vida espiritual não é um escape da realidade, mas um total compromisso com ela.” (Espiritualidade emocionalmente saudável, pág. 170).

Tentar fugir da realidade é tão eficaz como construir um muro de areia diante da onda do mar. Seremos invadidos. Porém entenda que a perda e o sofrimento não são toda a sua vida. Precisamos lidar com nossas dores, mas olharmos somente para elas é vermos apenas parte de nossa vida; é lidar de maneira imatura com o que recebemos.

2. O CAMINHO DA MATURIDADE: como superar nossas dores e seguir adiante.

“Quando eu era menino, falava como menino, pensava como menino e raciocinava como menino. Quando me tornei homem, deixei para trás as coisas de menino.” (1 Co 13:11)

O verso 11 está falando de uma nova realidade manifestada através da vinda de Jesus. Uma realidade que vai revelar a meninice da nossa sabedoria humana e nossas meninices emocionais e espirituais. Paulo não estava falando que tinha alcançado a maturidade espiritual completa. Todavia, a maturidade espiritual e emocional podem ser desenvolvidas assim como uma criança que cresce fisicamente até ser um homem. A diferença é que fisicamente nós crescemos de maneira natural. Emocionalmente e espiritualmente nós precisamos ser intencionais. Mas para isso ocorrer é preciso desapegar-nos das coisas de “criança” e avançarmos para a maturidade.

A verdade é que tentamos nos aprimorar com pós, mestrados, cursos, diplomas e títulos para tentar superar nossas fragilidades e preencher nossas lacunas emocionais. Mas esquecemos que a única forma de amadurecermos emocionalmente e espiritualmente é aceitando as nossas limitações de maneira humilde e sendo intencionais quanto a esse crescimento.

Como superar as nossas dores e seguir em frente?

• Não fuja de suas dores; coloque-se de pé diante delas.

• Preste atenção ao está acontecendo.

• Reflita sobre suas emoções.

• Submeta-se ao processo.

• Avance para a luz da saída de Deus.

• Aprenda com os seus limites, e enfrente suas dores e sofrimento.

O que vira adiante? Não sabemos, mas a Bíblia nos ensina sobre o que podemos nos apegar.

“Assim, permanecem agora estes três: a fé, a esperança e o amor. O maior deles, porém, é o amor.” 1 Coríntios 13:13 A fé, que nos move em direção a Cristo; a esperança, que nos leva a esperarmos na certeza de que Deus está fazendo algo por nós, e o amor, que é a manifestação de Deus em Cristo. O que virá ainda é desconhecido, distante e não claro, como uma nevasca ou um dia de forte neblina. Como enfrentar a nevasca do desconhecido? Não deixe que o medo do desconhecido, as suas dores e o sofrimento afastem você da casa do pai. Cresça com Ele. A corda da fé em Jesus que nos liga ao pai está disponível para cada um de nós. A fé em Jesus é o que nos mantém no caminho certo e seguro nas nevascas da vida. É ela que nos levará mais longe e mais adiante quando as nevascas das perdas e do sofrimento chegarem até nós.

APEGUE-SE a sua fé e cresça. DESCANSE na esperança e cresça. AQUEÇA-SE no amor de Deus e cresça.

SÉRIE K2 | QUARTA SEMANA | Os 4 Movimentos – Para Trás

QUARTA SEMANA

– Pr. Tércio em 27/09/2015 –

OS 4 MOVIMENTOS – PARA BAIXO: ABDICANDO DO PODER E DO CONTROLE

 

Em nossa jornada rumo ao topo do K2, nesta semana refletiremos sobre o valor das muralhas que teremos diante de nós até o Summit, o topo da montanha. Quando olhamos os desafios que surgem ao longo da escalada, percebemos que todas estas circunstâncias são processos em nossas vidas para nos forjar mais e mais, para cumprirmos, assim, a missão que Deus tem nos confiado, que é fazermos discípulos, amarmos pessoas, frutificarmos no Reino. E isso requer dedicação e esforço, assim como uma escalada ao rumo do topo do K2. Não entendermos que a vida cristã saudável passa por olharmos para as muralhas e montanhas que antecedem ao topo como parte do processo, pode resultar em grande tempo de sofrimento e confusão. Olhar, porém, para essas muralhas a serem transpostas como uma experiência de crescimento e fortalecimento, transforma a nossa vida para sempre e nos impulsiona para o topo. Trazendo para a nossa jornada de vida, podemos olhar para as nossas muralhas como um namoro que terminou inesperadamente, a reprovação no vestibular, um divórcio, a perda do emprego, uma enfermidade, uma grande crise conjugal, uma traição, a falência da sua empresa, o diagnóstico de um câncer, uma experiência decepcionante na igreja com um líder espiritual ou pastor, um sonho desfeito, um filho rebelde, um acidente de carro, a incapacidade de engravidar, ou um profundo desejo de se casar que permanece aparentemente distante, ou a morte de alguém que é muito especial para você e até mesmo a perda da alegria da sua vida cristã, do seu relacionamento com Deus.

Sejamos honestos. A jornada nos coloca de frente com muralhas que nos impedem de ver o topo. Perdemos de vista o alvo maior de Deus para nós, discípulos que multiplicam o Seu Reino, que vivem todo o propósito de Deus. A sensação é que não funcionamos mais como antes, perdemos as forças, o ânimo, a alegria e a esperança. Existem quatro passos fundamentais que devem ser observados para que façamos progressos rumo ao K2, e cheguemos ao topo na nossa jornada espiritual. Estamos subindo para o topo, e internamente temos limitações. Quais são, então, as ações que precisamos fazer para vencer as limitações e chegarmos ao topo?

1. DEIXE DEUS QUEBRANTAR VOCÊ Leia o texto de Jeremias 18.1-8. Precisamos entender que Deus é o oleiro e nós somos o barro. O oleiro põe a mão no vaso na hora que ele quer; ele escolhe o barro e a forma que quer dar para aquele barro. Ele faz a pressão necessária para ter o resultado que ele tem em mente e que quer produzir. Ele não pede autorização, ele nos move através das suas mãos, fortes mãos, poderosas mãos. Deixemos Deus colocar a mão sobre nós e realizar a Sua obra, porque somos apenas barro, e é Ele quem vai nos moldar para atingir o topo do K2.

2. APRECIE MAIS O PERCURSO DESCONHECIDO A grande maioria de nós se sente mais confortável quando está no controle das situações que enfrenta. Na jornada da vida cristã, nós também gostamos de saber para onde Deus está indo, exatamente o que Ele está fazendo, a rota exata de como chegarmos lá e precisamente quando vamos chegar. Mais do que isso, é comum dizermos para Deus como Ele deveria fazer para melhor me encaixar com as ideias que eu tenho dEle. Mas a verdade é que, na maior parte do tempo, não temos ideia do que Deus está fazendo. Ter que atravessar a muralha desconhecida sem saber o que teremos do outro lado requer fé, abrir mão do controle, entrar na ingenuidade de uma criança que salta de um lugar alto nos braços do Pai porque confia que Ele o Ama e não vai deixar cair. É descansarmos mais facilmente, vivermos com mais liberdade, sabendo que Deus está no controle, e que Ele é digno da nossa confiança.

3. ESPERE A INTERVENÇÃO DIVINA PARA SEGUIR RUMO AO TOPO Um desdobramento desse profundo quebrantamento e da jornada aventureira pelo desconhecido é uma maior capacidade de esperar no senhor. Se deparar com a muralha e passarmos por ela, quebra algo profundo que precisa ser quebrado dentro de nós: aquela teimosia insistente, terrível, que nos chama a resolvermos do nosso jeito, a fazermos algo acontecer no nosso tempo. Talvez esse seja um dos maiores desafios que temos: saber esperar pacientemente a intervenção do Senhor nesta jornada. (Ler Salmo 27:14 e 130:5). Precisamos crer que Deus prolonga o nosso tempo diante da montanha para nos livrar dessa profunda e persistente teimosia de querer correr adiante Dele. E embora venhamos a reagir, Deus lentamente vai nos ensinar a esperar.

4. DESAPEGUE-SE! A questão crítica na jornada rumo ao topo do K2, não é: “Eu sou feliz?”, mas “Eu sou livre? Estou subindo na liberdade que Deus me deu?” Paulo vai nos fazer um apelo radical a uma relação com o mundo de completo desapego. Ele disse: “Irmãos, digo-vos, porém, isto: o tempo se abrevia. Assim, os que tem mulher vivam como se não tivessem; os que choram, como se não chorassem; os que se alegram, como se não se alegrassem; os que compram, como se nada possuíssem; os que usam as coisas deste mundo, como se nada usassem, porque a forma presente deste mundo está passando .” (1 Co 7.29-31) Ou seja, desapegar-se é vivermos as circunstâncias naturais deste mundo físico presente, mas conscientes de que essas coisas, em si mesmas, não são a nossa vida. Devemos ser marcados pela eternidade, livres do poder dominador deste tempo presente. O desapego é o maior segredo da paz interior. Muito da depressão, da aflição e da nossa angústia interior, não é porque nos falta algo em nossas vidas que de fato precisemos, mas é porque não possuímos ainda tudo o que desejamos. Isso nos faz perder a paz interior que encontramos no contentamento, na satisfação da vida plena em Jesus que o topo do K2 nos presenteia. Quando cravamos as nossas unhas em algo ou alguém e não queremos tirá-las, estamos indo além do desfrutá-las: agora passamos a possuí-las. Nisto, paramos no meio da jornada ao topo do k2, cansados, frustrados. Precisamos deixar coisas desnecessárias nas bases de apoio se quisermos chegar ao topo.

Atravessar as muralhas que surgem no caminho rumo ao topo, completamente dependente de Deus, é o que nos fará chegarmos até lá, e forjados com um interior maduro e resiliente.

Nesta jornada, descobrimos as lições reais da vida:

– Ela é difícil…mas vale a pena! – Você não é o todo poderoso! Deus é!

– Sua vida não consiste em amar apenas a si, mas aos outros.

– Você não está no controle!

– Sua vida na terra é breve! Mas há uma vida eterna abundante que começa aqui e hoje.

Viva com os pés na terra, mas o coração na eternidade! Por fim, lembre-se que o propósito final da jornada é o topo do K2, o que representa uma união com Deus plena, uma vida abundante com Jesus, frutificando no Seu Reino e cheio da alegria de Deus em sua vida.

SÉRIE K2 | SEGUNDA SEMANA | Os 4 Movimentos

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SEGUNDA SEMANA

Palavra Celebração de Domingo

Pr. Leandro em 13/09/2015

OS 4 MOVIMENTOS

Na primeira mensagem da série K2 – Mais alto, mais adiante, fomos desafiados a fazermos parte da missão de Jesus para expansão do Seu Reino neste mundo. Por que dizer SIM para missão? Porque só Jesus nos oferece vida, e vida com abundância, e nos convida para segui-Lo.

Mas como encarar tão grande desafio? Sendo restaurado na imagem de Jesus, empoderado pelo Espírito de Deus, edificado pelo corpo de Cristo. O que posso esperar ao longo desta jornada? Tudo o que Jesus viveu, aventura, comunhão com Deus e companheiros, poder do Espírito, perseguições, cruz, ressurreição e glória. Enfim, uma vida que satisfaz!

À medida que preparamos a mochila e damos os passos nessa jornada, é fundamental lembrarmos que a ênfase é na vida de Jesus. E, em nós, Deus precisa gerar esse amadurecimento, que vai envolver a integralidade do nosso ser: corpo, alma e espírito. Para encararmos a jornada, precisamos entender que Deus precisa nos amadurecer. E que Ele vai usar tudo para gerar em nós esse amadurecimento. E que esse amadurecimento vai nos gerar liberdade. Ele vai retirando presunção, arrogância, orgulho, medo, comodismo, criticismo, jeitos. Vai nos amadurecendo! (1 Co 13:11)

Deus vai usar todo o cenário da escalada e os companheiros que estão conosco pra gerar em cada um de nós, seus discípulos, esse amadurecimento.

PRIMEIRO MOVIMENTO: PARA DENTRO – QUEM É VOCÊ?

O que você tem carregado na sua mochila? Aquilo que carregamos diz muito sobre o nosso momento atual. Olhar para dentro da nossa mochila –  a nossa vida – nos coloca de frente conosco mesmo. Quem é você? Pode parecer uma pergunta simples, mas talvez seja a mais difícil pergunta de toda nossa vida. Ela é central para uma espiritualidade saudável pois para assumirmos nossa “nova identidade”, precisamos nos despir da “velha identidade”. (Ef 4:22-24)

Identificar nossos sentimentos mais profundos é crucial para identificar quem realmente somos. Sentimentos como raiva, tristeza, medo, prazer, amor, surpresa, desgosto, vergonha e culpa estão enterrados em nossa alma e precisamos ouvir o que eles tem a dizer sobre quem nós somos. Parte da nossa dificuldade em ouvir esses sentimentos é que nos sentimos imperfeitos em estar sentindo essas coisas ‘erradas’. Então mentimos para nós mesmos e nos convencemos que não deveríamos estar sentindo tais coisas. Acabamos usando máscaras diante de nós, de Deus e dos outros, mas nossos sentimentos são a linguagem da alma e precisam ser ouvidos. Quando negligenciamos nossos sentimentos, somos falsos conosco mesmo e fechamos uma porta aberta pela qual podemos conhecer a Deus.

No centro das emoções está a realidade dos relacionamentos; o que, como Deus, nos faz sermos pessoas. Através dos sentimentos e das emoções que nos conectamos, relacionamos, nos apaixonamos, amamos. Nessa jornada, nossa desejada maturidade espiritual deve gerar também saúde emocional.

O desejo de Deus é que vivamos uma espiritualidade emocionalmente saudável, de forma que seu propósito seja alcançado: sejamos plenamente transformados à semelhança do seu Filho. Ao longo da nossa vida, Ele mesmo vai nos guiar numa

Jornada para dentro, a fim de encontramos a nós mesmos;

Jornada para trás, a fim de restaurarmos nosso passado;

Jornada para baixo, a fim de aceitarmos nossas deficiências;

Jornada para frente, a fim de aceitarmos nossas perdas, até que apenas e somente Deus seja o que nos baste.

Sabemos que Deus age em todas as coisas para o bem daqueles que o amam, dos que foram chamados de acordo com o seu propósito. Pois aqueles que de antemão conheceu, também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos. Romanos 8:28,29

MOMENTO M.A.P.A.

O QUE DEUS ME FALOU?

O QUE FAREI A RESPEITO?

Você pode fazer download do PPT da mensagem aqui: https://drive.google.com/file/d/0B7LfrRl0UfNRV1lBMlJaYmpiMUk/view?usp=sharing

E ter acesso a recursos como Vídeo, Áudio e outros da celebração aqui: http://www.igrejabatista.org.br/#!recursos/c7m9

SÉRIE K2 | PRIMEIRA SEMANA | 5 Motivos para dizer “sim” à missão

SÉRIE K2

| PRIMEIRA SEMANA | 

Palavra celebração Domingo

Pr. Shane em 06/09/2015

Jesus nos convida para fazermos parte da Sua missão para expansão do Seu Reino neste mundo.

Porque dizer SIM para missão?

Porque só Jesus nos oferece vida, e vida com abundância, e nos convida para segui-Lo.

Mas como posso encarar tão grande desafio?

Sendo restaurado na imagem de Jesus, empoderado pelo Espírito de Deus, edificado pelo corpo de Cristo.

O que posso esperar ao longo desta jornada?

Tudo o que Jesus viveu, aventura, comunhão com Deus e companheiros, poder do Espírito, perseguições, cruz, ressurreição e glória. Enfim, uma vida que satisfaz!

5 motivos para dizer SIM para a missão:

1) Porque Jesus é belo.

2) Porque Jesus veio cumprir esta missão.

Porque Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna. Pois Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para condenar o mundo, mas para que este fosse salvo por meio dele. João 3:16,17

Pois o Filho do homem veio buscar e salvar o que estava perdido. Lucas 19:10

3) Porque Jesus é a única fonte de vida, e vida que satisfaz.

Eu sou a porta; quem entra por mim será salvo. Entrará e sairá, e encontrará pastagem. O ladrão vem apenas para furtar, matar e destruir; eu vim para que tenham vida, e a tenham plenamente. João 10:9,10

4) Porque Jesus nos enviou para esta aventura.

Portanto, vão e façam discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a obedecer a tudo o que eu lhes ordenei. E eu estarei sempre com vocês, até o fim dos tempos. Mateus 28:19,20

Novamente Jesus disse: Paz seja com vocês! Assim como o Pai me enviou, eu os envio. João 20:21

5) Porque é a única maneira de não perder a sua vida.

Jesus dizia a todos: Se alguém quiser acompanhar-me, negue-se a si mesmo, tome diariamente a sua cruz e siga-me. Pois quem quiser salvar a sua vida a perderá; mas quem perder a vida por minha causa, este a salvará. Pois que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro, e perder-se ou destruir a si mesmo? Lucas 9:23-25

E DAÍ?

Uma porta de oportunidade se abre para você. Queres responder SIM para Jesus e a Sua missão?

MOMENTO M.A.P.A.

O QUE DEUS ME FALOU?

O QUE FAREI A RESPEITO?

Deixe nos comentários sua experiência pessoal, compartilhe com alguém e não deixe de agir sobre o que Deus está lhe falando.

DOWNLOAD DO PPT DA MENSAGEM AQUI